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Provas de Existência OVNI UFO - Tecnologia Alienígena Caída na Terra

TECNOLOGIA EXTRATERRESTRE
As maiores invenções dos séculos XX e XXI podem ser produto da tecnologia alienígena de engenharia reversa. Os arquivos da MUFON ligam o crescimento tecnológico da humanidade a materiais supostamente recuperados de acidentes de óvnis.
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O FBI declara documentos provando que os OVNIs e os seres do outro mundo são reais (Inclui Site Oficial do FBI)

O FBI declara documentos provando que os OVNIs e os seres do outro mundo são reais 01
Não há mais segredo que as instituições governamentais mantenham as questões relativas aos visitantes do outro mundo fora do alcance, mas o FBI recentemente iniciou uma tentativa de redimir seu nome, desclassificando um relatório totalmente documentado sobre OVNIs e ser inteligente de outras dimensões que visitaram a Terra.
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Numerosos cientistas agora acreditam que poderia haver outros mundos que coexistam com os nossos. Hoje, há um acalorado debate sobre se os seres do outro mundo estão ou não visitar a Terra. Há mais neste tópico do que pode parecer devido ao crescente número de pessoas que consideram que esses seres já residem neste planeta. Há muito espaço para a especulação, mas uma coisa está começando a ficar clara - eles nos visitaram há milhares de anos, se não mais, e ainda estão navegando diariamente em seus ofícios em todo o planeta.
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O que eles são exatamente, ou de onde eles chegam ainda é um mistério, mas parece que várias instituições governamentais estão lentamente preparando o mundo para divulgação geral. Por que eles não estão acelerando as coisas, você pode perguntar? Simplesmente porque eles não consideram que o mundo está pronto para abraçar essa nova realidade ainda. No entanto, há um progresso notável que o FBI tem feito para admitir que os alienígenas são mais do que apenas ficção.
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O FBI está bem consciente de que os seres interdimensionais estão visitando a Terra em uma base constante, e eles até mostraram um monte de arquivos do passado que mostram uma clara atividade de OVNIs. A globalização recente reuniu todas as informações desejadas e indesejadas para todos os interessados ​​em estudá-la,
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transformando-a em uma questão de escolha. Em um planeta superpopulado, isso é realmente um fato preocupante. Imagine se no dia seguinte você acordasse, a Internet ficaria cheia de evidências extraterrestres vazadas. Como o mundo agirá então? Será que eles estão em conformidade com o novo entendimento mundial, ou haverá um caos à medida que todas as outras crenças enraizadas se derrubarão?
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Houve um progresso inesperado na divulgação. Em 2011, um relatório especial do FBI datado de 1947 foi desclassificado e lançado em público.
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O FBI declara documentos provando que os OVNIs e os seres do outro mundo são reais 02
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O agente "especial" do FBI que escreveu o relatório foi um tenente-coronel cuja identidade permaneceu anônima por razões óbvias (segurança nacional). O agente teve uma pilha de dados compilados ao longo de muitos anos de investigar o fenômeno OVNI.
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O FBI declara documentos provando que os OVNIs e os seres do outro mundo são reais 03
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De acordo com os arquivos "desclassificados", vários seres extraterrestres estão chegando a nós por tempo imemorial. Esses seres não só chegaram do espaço exterior, mas também de diferentes dimensões que coexistem com os nossos. Os seres humanos têm estado em contato com eles há anos, mas por qualquer motivo, decidimos seguir um caminho destrutivo e manter nossas bocas fechadas o tempo todo.
Abaixo, você encontrará uma transcrição com alguns dos detalhes mais valiosos do relatório do FBI:
  • Parte dos discos transporta equipes, outras estão sob controle remoto
  • Sua missão é pacífica. Os visitantes contemplam se instalar neste avião
  • Estes visitantes são semelhantes aos humanos, mas são muito maiores
  • Eles não são pessoas exóticas da Terra, mas vêm de seu próprio mundo
  • Eles não vêm de um planeta como usamos a palavra, mas de um planeta etéreo que se interpenetra com os nossos e não é perceptível para nós
  • Os corpos dos visitantes e do artesanato se materializam automaticamente ao entrar na taxa vibratória da nossa densa matéria
  • Os discos possuem um tipo de energia radiante ou um raio, que facilmente desintegrará qualquer navio atacante.Eles voltam a entrar no etérico à vontade, e simplesmente desaparecem da nossa visão, sem rastro
  • A região de onde eles vêm não é o "plano astral", mas corresponde aos Lokas ou Talas. Estudantes de questões esotéricas entenderão estes termos.
  • Eles provavelmente não podem ser alcançados pelo rádio, mas provavelmente podem ser por radar. Se um sistema de sinal puder ser concebido para isso (aparelho)
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Adenda: Os Lokas são de forma oval, oval de comprimento ondulado com metal ou liga resistente ao calor ainda não conhecido. A gaxeta dianteira contém os controles, a porção do meio um laboratório; A retaguarda contém armamento, que consiste essencialmente em um poderoso aparelho de energia, talvez um raio.
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Aparentemente, muitas espécies nos visitaram, a maioria delas sensíveis e capazes de manter contato com seres humanos. A razão pela qual eles não se revelaram a nós é porque nossos governos podem ter um pacto secreto com eles que só permite revelar seu tipo quando for o momento certo.
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Só podemos adivinhar quando esse tempo chegará, mas o progresso está sendo feito lentamente nesta direção particular da divulgação alienígena e UFO.
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Fonte: Originalmente publicado no EWAO
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A noite em que a Força Aérea Brasileira caçou um ovni

A noite em que a Força Aérea Brasileira caçou um ovni

O objeto, diz a FAB, voava mais rápido que o som, e mesmo assim fazia zigue-zagues e ora se aproximava, ora se afastava, desafiando as leis da física.

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Era uma noite estrelada, em 19 de maio de 1986. Às 23h15, chegou a informação de que a torre de controle de São José dos Campos, no interior de São Paulo, havia avistado luzes de cores amarelo, verde e laranja se deslocando sobre a cidade. Ao mesmo tempo, sinais foram detectados no radar em solo. O primeiro a observar o fenômeno foi o coronel Ozires Silva, então recém-nomeado presidente da Petrobras (antes, tinha comandado a Embraer). Ele estava a bordo do avião Xingu PT-MBZ e viu uma dessas luzes. “A visibilidade era uma beleza. Uma noite toda estrelada, típica do mês de maio. E entre as estrelas eu vi um clarão, um objeto ovalado. Parecia um astro. A diferença é que astro não aparece no radar”, disse o fundador da Embraer numa entrevista. “Voei na direção dele. E, enquanto me aproximava, ele começou a desaparecer.”

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Às 0h39, foi acionada a aeronave de alerta da defesa da Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro. O jato de caça partiu rumo a São José dos Campos, guiado pela detecção de sinais intermitentes no radar da torre de controle. A uma altitude de 5.200 metros, o piloto avistou uma luz branca abaixo de seu nível de voo. Posteriormente o objeto foi subindo e se posicionou 10 graus acima da aeronave de interceptação. Ambos começaram a aumentar a altitude, e o caça o perseguiu até os 10 mil metros. No trajeto, a luz por um momento mudou de branca para vermelha, depois verde e novamente branca, permanecendo nessa cor. O radar do caça detectou o objeto, que indicava estar de 10 a 12 milhas de distância (16 a 18,2 km), voando na direção do mar.

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A perseguição prosseguiu até a aeronave atingir o ponto de não-retorno (que significa que não haveria combustível suficiente para voltar à base de origem). Como não houve aproximação efetiva, decidiu-se pelo fim da caça. Menos de 30 minutos depois, detecções de eco de radar começaram a ser feitas sobre a região de Anápolis, Goiás. Os sinais de radar eram mais confiáveis, davam direção e velocidade de deslocamento dos objetos. À 1h48, um segundo caça, dessa vez partindo da Base Aérea de Anápolis, subiu aos céus para investigar. O piloto chegou a obter contato pelo radar da sua aeronave, mas não conseguiu ver nada. Parecia uma perseguição absolutamente desleal.

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Enquanto o jato voava como um avião, em velocidade supersônica, o objeto tinha um nível de agilidade incompatível com aeronaves terrestres. Voava em zigue-zague, ora se aproximava, ora se afastava, mesmo estando mais rápido que o caça. Por fim, ao perder contato por radar, o avião retornou à base. Em compensação, no Rio de Janeiro, a mobilização continuava. Um segundo caça decolou à 1h50 na direção de São José dos Campos e avistou uma luz vermelha de onde emanava o sinal de radar detectado em solo. Perseguiu-a por alguns minutos, sem conseguir se aproximar, até que ela se apagou.

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Simultaneamente, apareceram nada menos que 13 diferentes registros do radar em solo na traseira da aeronave. O piloto fez uma volta de 180 graus para tentar observá-las, mas nenhum contato visual ou com o radar de bordo foi efetuado. Uma segunda e uma terceira aeronaves decolariam de Anápolis, às 2h17 e às 2h36, sem obter qualquer tipo de contato. Os interceptadores lá no Rio foram pousando conforme sua autonomia chegava ao fim.

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O último recolheu-se à base às 3h30. No resumo do relatório assinado naquele ano pelo brigadeiro-do-ar José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, então comandante interino do Comdabra (Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro), os militares tiram conclusões definitivas.

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Primeiro, sobre a natureza dos objetos perseguidos e observados, capazes de “produção de ecos radar, não só no sistema de Defesa Aérea, como nos radares de bordo dos interceptadores (…), variação de velocidade de voo subsônico até supersônico, bem como manutenção de voo pairado, variação de altitudes inferiores a 5 mil pés (aproximadamente 1.500 m) até 40 mil pés (aproximadamente 12 mil metros), emissão de luminosidade nas cores branca, verde, vermelho, e outras vezes não apresentando indicação luminosa, capacidade de aceleração e desaceleração de modo brusco, capacidade de efetuar curvas com raios constantes, bem como com raios indefinidos”.

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Não é preciso dizer que esse conjunto de qualidades não existe em nenhuma aeronave cujo princípio de operação seja dominado pela ciência terrestre. Da forma cautelosa, como seria peculiar a um documento de origem militar, o relatório termina da seguinte maneira: “Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligências, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores como também voar em formação, não forçosamente tripulados.” Foi a afirmação mais contundente sobre ovnis já feita pela Força Aérea Brasileira.

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FONTE

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Veja mais:

http://ufologiaoriginais.blogspot.com/p/postagens.html

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EUA ARQUIVOS NORAD UFO: Projeto NORAD investiga UFOs, de acordo com memorandos

ARQUIVOS NORAD UFO

NORAD investiga UFOs, de acordo com memorandos 'desclassificados'. Os documentos são enviados diretamente para o comandante-em-chefe da organização.

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Ufólogo Paul Dean encontrou informações suculentas sobre UFOs em manuais de várias operações norte-americanas Comando de Defesa Aeroespacial (NORAD para o short) recentemente desclassificados.

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NORAD é uma organização militar conjunta dos Estados Unidos e do Canadá, que usa uma complexa rede de radares e satélites para monitorar o espaço aéreo, terrestre e marítimo desses países. Por exemplo, em um manual de procedimentos que indica como se comunicar detectar objetos que estão em violação do território norte-americano, encontramos uma lista bastante típico, como aviões, mísseis, submarinos, navios, etc.

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No entanto, uma seção especial refere-se claramente a Objetos Voadores Não Identificados, acrescentando que toda a documentação sobre a detecção deve ser enviada diretamente para o comandante do NORAD e Combate Centro de Operações da organização. Certamente uma prova da grande importância que os comandantes NORAD dar o assunto dos OVNIs. Outra ufólogo, Palmiro Campagna, também dedicada a examinar vários relatórios desclassificados instituição militar, encontrar um mais do que interessante.

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Ela remonta a 1988, é uma circular dirigida aos funcionários do NORAD, que especificou que a partir daquele momento relatórios sobre UFOs e não devem ser encaminhados para o Centro de Operações de Defesa Nacional, em Ottawa (Canadá), mas três centros: o Operações do Comando aéreo de Winnipeg (Canadá), onde é baseado em numerosas caças que podem chegar a qualquer lugar na América do Norte em poucos minutos; Cheyenne Complex, que controla todas as operações do NORAD; e o departamento encarregado de defesa espacial.

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Por: Miguel Pedrero

Ano Zero

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UFO gigantesco abastecendo com energia do Sol (Não houve explicação)

OVNI no Sol
O Solar Dynamics Observatory telescópio espacial capturou um objeto do tamanho de Júpiter grande perto do sol.

O objeto voador não identificado, a imagem perturbadora, mostrada pela NASA, revela um campo de sucção ligando uma imensa esfera no incandescente campo solar.


Revelado ao mundo, graças a um vídeo postado no You Tube em 11 de março, causou frisson na rede. 

O objeto parece estar ligado ao Sol através de uma série de filamentos.


Este objeto está se aproximando do sol e então lentamente começa a tomar fios de energia, como se estivesse alimentando-o, que durou cerca de 3 dias, deixando uma turbulência gigante.

Ficou visível por 80 horas, entre 9 a 12 de Março, quando desapareceu, deixando para trás uma série de erupções e tempestades solar.


DESCRIÇÃO DO VÍDEO:

"Objetos estranhos foram gravadas por câmeras da NASA em torno do sol. Esses objetos podem ser tudo, de planetas, asteroides ou satélites, mas outros não pode ser explicado pela ciência. Esses UFOs são aqueles que expõem o vídeo programa, alguns tão grandes quanto 6 vezes a terra do planeta e outra alterando o sol para criar assim - chamados de tempestades solares". O que esses objetos ser? 


Arranjo: Jhero

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Caso Valensole,


A testemunha foi um agricultor que, segundo os pesquisadores do caso, seria incapaz de inventar tamanha história.
Naquela manhã, o camponês estava na sua própria propriedade realizando trabalhos rotineiros. Às seis da manhã resolveu fazer uma pequena pausa para descansar. Subitamente escutou um silvo breve e seco. Fez uma busca rápida com os olhos pelas proximidades mas nada de estranho encontrou. Intrigado, resolveu fazer uma varredura rigorosa indo até a direção de onde tinha ouvido o estranho ruído.
Chegou bem próximo a um monte de pedras e, quando conseguiu olhar atrás delas, ficou intrigado com o que viu: era um objeto semelhante a uma bola comum, do tamanho de um automóvel Dauphine.
Curioso, continuou andando na direção do estranho objeto. Observou que junto ao artefato havia duas figuras desconhecidas. Pareciam duas crianças. O agricultor se aproximou mais dez metros. Agora podia notar que dois seres estavam agachados. Um de costas e outro de frente olhando para uma das plantas de alfazema.
Ainda mais intrigado, o camponês se aproximou mais um ou dois metros. Foi quando um dos seres, aquele que estava de frente, o viu. Pareceu assustado e ambos se ergueram prontamente. Aquele que estava de costas, ergueu algum objeto pequeno com a mão direita e o apontou em direção à testemunha. A partir deste momento, uma paralisia total tomou conta do corpo do camponês. Podia ver, sentir, escutar, mas não conseguia mover sequer um dedo.
O estranho ser guardou o objeto na cintura e começou a discutir com o companheiro. A testemunha conta que pôde assim observá-los melhor. Eram pequenos de pouco mais de um metro de altura. Suas cabeças eram grandes, vestiam macacão azul-escuro e, na cintura, portavam objetos semelhantes a estojos. Tinham a pele lisa e um pouco branca. Não tinham pálpebras mas seus olhos eram idênticos aos nossos. Entretanto as bocas não passavam de um rabisco e pareciam não ter pescoço. Não tinham nem cabelos e nem pêlos aparentes.
Durante alguns minutos os seres se comunicaram entre si emitindo sons desconhecidos para o agricultor. Mesmo não podendo realizar qualquer tipo de movimento, o camponês conta em seus relatos que não sentiu medo e que os seres lhe passavam sensação de tranqüilidade.
Então os dois estranhos visitantes subiram no artefato por uma espécie de escada que se recolheu, em seguida, como uma porta de uma escrivaninha. A enorme bola tinha em seu superior uma cúpula transparente por onde o agricultor pôde ver por alguns instantes os dois seres se ajeitando em seus devidos lugares.
O objeto começou a subir até cerca de um metro do solo e voou indo em direção à algumas colinas. Percorrido cerca de trinta metros, o misterioso aparelho acelerou bruscamente sumindo em questão de segundos. A testemunha ainda ficou paralisada por dez a quinze minutos, tempo que não sabe ao certo estimar. Depois recuperou totalmente os sentidos.
Referências: Arquivo UFO, 1998.

#CASOSREAIS
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Caso Michalak, Eram dois objetos em forma de charuto, vermelhos e brilhantes como chamas de fogo

Caso Michalak

Por volta do meio-dia do dia 19 de maio do ano de 1967, o mecânico Stephen Michalak resolveu fazer um estudo na área de Whiteshell Provincial Park. Michalak era um geólogo amador e costumava realizar muitos estudos naquela região. Outros pesquisadores haviam achado elementos que poderiam estar associados com prata. Sabendo dessa informação, Michalak partiu de Whiteshell para Falcon Lake tendo parado para repousar em um motel no caminho.
Deixou o motel às 5h30 da manhã seguinte, portanto dia 20 de maio, e dirigiu até um parque local. Eram aproximadamente 9 horas quando achou alguns cristais perto de um córrego. Às 11 horas, parou para lanchar, e logo depois voltou a examinar o material que havia encontrado. Decorrida uma hora, a concentração de Michalak foi interrompida por um barulho semelhante a granidos de gansos.
Olhou para cima e ficou surpreso com o que viu: eram dois objetos em forma de charuto, vermelhos e brilhantes como chamas de fogo. Desciam em um ângulo de 45 graus, segundo calculou a testemunha. Michalak teve a impressão de que a cada metro que os objetos se aproximavam, mais ovais eles ficavam.
Enquanto observava, perplexo, um dos objetos parou no ar enquanto o outro aterrissou em uma enorme rocha a aproximadamente 160 pés do geólogo amador. Alguns instantes se passaram até que o objeto parado começou a mudar de cor para cinza, voou ao oeste desaparecendo atrás das nuvens. O artefato que estava pousado também mudou sua cor para cinza e, depois, para uma cor semelhante a aço inoxidável incandescente.
Pela abertura inferior do objeto saíam raios de cor roxa. Michalak estava usando óculos protetores para analisar os quartz, então, de certa forma, estava protegido contra aqueles violentos fachos de luz. O misterioso artefato tinha um cheiro sulforoso e emitia uma espécie de zumbido.
Meia hora se passou e Michalak ainda estava observando aquele estranho aparelho. Subitamente, uma porta lateral se abriu permitindo que a testemunha observasse que o interior da nave era muito luminoso. Resolveu se aproximar mais e pôde ouvir vozes e ruídos vindo daquele disco.
Acreditando que o objeto era algum artefato americano experimental secreto, Michalak chamou em inglês. Não houve nenhuma resposta. Então, em vão, tentou se comunicar em outras línguas. Nervoso, caminhou até a porta aberta. No interior da nave viu várias luzes em um painel.
Não encontrou ninguém e resolveu esperar. De repente, a porta fechou-se. Intrigado, observou que todo o exterior do objeto era coberto com um vidro colorido muito bem conservado, sem rachaduras ou rupturas. Resolveu tocá-lo e, para sua surpresa, sua luva derreteu.
Silenciosamente, do artefato saiu uma espécie de caixa metálica cheia de furos redondos. Uma explosão ocorreu e algum tipo de gás foi expelido em sua direção. Imediatamente sua roupa começou a pegar fogo. Desesperadamente, Michalak tentava se livrar do fogo enquanto o objeto foi subindo voando na mesma direção onde o outro havia sumido.
Livrado do fogo, a testemunha começou a sentir fortes dores e náuseas agudas. Tentou ir para o motel onde estivera hospedado, mas teve de parar várias vezes muito enjoado. Conseguiu chegar a um hospital onde foi cuidado e curado. Marcas parecidas com grades de churrasqueira ficaram impressas em sua pele. Michalak morreu em 1999 com 83 anos ainda com seqüelas do ocorrido.

Referências: arquivos da Revista UFO
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Caso Esteban Peñate, Quando olhou para cima viu um objeto redondo, tentou se mexer para fugir, mas não conseguiu...

Alerta OVNI Caso Esteban Peñate
A paralisia, quando causada supostamente por seres de outros planetas, é uma conseqüência terrível e traumatizante vivida pelo abduzido. Um caso famoso envolvendo este tipo de seqüestro aconteceu em 1978, em uma fazenda denominada La Borralla na província de Huelva, região de Villablanca, um pequeno condado a aproximadamente oito quilômetros da fronteira da Espanha com Portugal.
A família Peñate Sánchez era encarregada de realizar a vigilância do local. Nem Juan, o chefe da família e um experiente sentinela, nem sua esposa, Dolores Sánchez Moreno, nem tampouco o filho e principal protagonista do acontecimento, Esteban, recordam a data exata da ocorrência. A única pista do relato levaria a levantar uma data de verão no ano de 1978.
Naquela tarde, Juan pediu ao filho Esteban que fosse até uma árvore existente num pomar perto da fazenda, a cerca de um quilômetro. O pastor de La Borralla, como era de costume, havia deixado ao pé da mencionada árvore uns pacotes de cigarro.
Esteban Peñate Sánchez, naquela época com quinze anos, encaminhou-se sozinho até o referido lugar. Apanhou os pacotes de cigarro e iniciou o trajeto de volta. Depois de ter dado uns cem passos, Esteban relata que sentiu um calor muito forte e resolveu parar. Quando olhou para cima viu um objeto redondo de cor semelhante à da amora. Segundo seus relatos, o artefato tinha um brilho muito forte, entretanto não iluminava ao seu redor. Assustado, o garoto tentou se mexer para fugir, mas não conseguiu. Podia ver, sentir, escutar, entretanto não conseguia mover sequer uma sobrancelha.
A vítima permaneceu nessa posição por aproximadamente dez minutos. Tempo mais que suficiente para forçar os músculos e, por certo, para reter as imagens de tudo que acontecia ao seu redor e, sobretudo, daquele objeto silencioso e circular.
Esteban achou estranho não ter escutado qualquer tipo de ruído na área. Segundo ele, há muitas perdizes por ali e é normal vê-las voar ou ciscar, e achou que se estavam no local deveriam ter ficado paralisadas como ele.
O estranho objeto não se aproximou, ficou parado naquela posição todo o tempo. Subitamente, a nave começou a se afastar e sumiu para os lados de Portugal. Então, o garoto pôde andar e saiu apavorado em disparada para casa.
Naquela noite a testemunha não conseguiu dormir. Por vezes se aproximou da janela para observar o céu. No dia seguinte, Esteban voltou ao local do avistamento, mas nada notou de anormal. Só houve um detalhe que o deixou intrigado: a parte superior da árvore onde o pastor havia deixado os cigarros estava amarelada. O mesmo acontecia com uma pereira silvestre bem próxima.
Poucos dias depois, o pai de Esteban protagonizou outro interessante contato com um objeto de características similares ao artefato visto pelo filho. Até hoje, nenhuma prova dos contatos foi encontrada.

Referências: Arquivos de J. J. Benítez
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Podem os gatos ver #extraterrestres invisíveis ao olho humano?

Podem os gatos ver extraterrestres invisíveis ao olho humano
Seu gato, por acaso, às vezes persegue algo que parece invisível ou fica observando as paredes da casa sem motivo? Embora a estrutura mental dos animais seja bem mais elementar que a do homem, testes científicos realizados em laboratórios de parapsicologia mostraram que os animais também podem possuir habilidades paranormais. Losang Rampa, sábio oriental, autor do famoso livro “A Terceira Visão” entre outros livros, acreditava muito nisso, principalmente na paranormalidade dos GATOS.
Um caso impressionante em Braunschweig, Alemanha, entre 8 e 09 de março de 1993 estrelado por um piloto chamado Erwin Lohre, que com sua família experimentou um tremendo incidente UFO no quarto de sua casa. As reações do casal e da cena estão entre as mais interessantes do fenômeno UFO.
Os egípcios antigos acreditavam que os felinos não só poderiam ver espíritos e deuses, mais poderiam também viajar pelo mundo dos mortos. Por isso quando um faraó, nobre ou sacerdote falecia, um gato era sacrificado e enterrado junto ao seu morto. Supostamente, o gato acharia com mais rapidez o caminho correto para o outro lado, bastava a alma do morto segui-lo.
As(os) bruxas(os) utilizam eles como detectores da presença de espíritos. Quando um gato fica estranho e assustado sem motivo aparente, ou fica observando as paredes e você olha para a mesma direção e nada consegue ver, isto pode significa que há uma presença espiritual naquele local.
O caso Erwin Lohre
Esse caso inclassificável que mescla fenômenos paranormais e ufológicos, tende a passar para o campo ufológico pois não ha um protagonista evidente, uma vez que os protagonistas neste caso, são invisíveis. Isso porque tem todas as características de um contato de  3° Grau, porém em nenhum momento pôde-se notar nada que se parecesse com um ser humanoide ou alguma figura que se pudesse classificar como um ser extraterrestre, alienígena ou ser dimensional. Eles não, mas o que viram seus gatos…
Voltamos para o dia 8 de Março de 1993. Neste caso temos um Piloto da Força Aérea Alemã, Erwin Lohre da localidade de Braunschweig, como já sabemos, localizada na Alemanha. Neste dia, ele se encontrava em casa com sua mulher e sua filha. Estava dormindo com sia esposa enquanto sua filha dormia em seu quarto.
Erwin Lohre  se levanta subitamente indisposto com dores no corpo, então levanta, vai até sua cozinha e toma algum comprimido para dor, a fim de que o mal estar que lhe consumia naquele momento acabasse, e voltou para a cama. Quando percebeu que sua mulher havia feito o mesmo processo porque também tinha acordado com os mesmos sintomas de Erwin.
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De repente o casal começou a escutar dentro da casa, um zumbido muito forte que eles descreveram como sendo algo mecânico, como uma turbina ou algum centrifugado que estava vindo do céu e era claro e muito foi ficando cada vez mais forte a medida que o casal se dava conta que aquele som esta os cercando. Foi quando eles correm para a janela e puderam avistar um objeto voador não identificado em forma de disco com cerda de 10m de diâmetro, plainando sobre as árvores ao redor da residência.
O casal ficou totalmente apavorado e assombrado. Haviam alguns detalhes; Havia a lua no fundo e se podia distinguir com clareza do objeto, que tinha forma de disco com várias outras luzes de muitas cores que circulavam pelo meio do disco.
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Esboços feitos por Erwin Lohre
Porém algo incrível estava para acontecer. A luz da lua não era nem comparada com a intensa luminosidade que tomou o interior da residência a partir de um feixe saído do UFO. Era uma luz branca, a mesma luz branca presente em todos os relatos de Contos de 3° Grau. Mas houve também sensações físicas, como um gosto que foi descrito pelo casal como sendo um sabor metálico em seu paladar, e essa sensação foi tomando seu corpo inteiro.
O casal apavorado viu pela janela algo que parecia descer do objeto em direção a casa. Quando Erwin, um homem de poucas palavras, mas de atitudes, disse que iria espantá-los naquele momento mesmo, já perturbado, querendo saber o que estava acontecendo.
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Foi quando o homem corre para a porta e se da conta que não pode se mover e qualquer tentativa de escapatória era em vão.
Esta mesma paralisia descrita em todas os casos de abdução extraterrestre e demais formas de contato OVNI. Erwin Lohre estava imóvel  e sua mulher tampouco, nenhum dos dois conseguiam reação nenhuma diante do fenômeno a não ser o movimento dos olhos. Então eles podiam olhar ao redor para ver o que estava acontecendo e viveram momentos de pânico ao ver que seu parceiro também não podia mover nenhum músculo.
Chega um momento em que eles podem perceber a janela se abrindo, porém não conseguiam ver absolutamente nada que pudesse estar abrindo a mesma, e ela começa abrir e fechar, abrir e fechar, rapidamente como nos filmes Atividade Paranormal, quando de repente uma luz de cor amarela começa a se mover pelo interior da casa como se estive escaneando o lugar e seus habitantes.
Erwin se dá conta de outro detalhe. Ele não se encontra mais em um estado de pavor, não está assustado e nem a sua esposa. Eles definiram este estado como se estivessem hipnotizados.
Estado hipnótico seria um bom termo para definir o controle mental que é geralmente exercido às vítimas desse tipo de encontro.
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Pois então, encontrando-se naquela situação, completamente paralisado assim como sua esposa, Erwin Lohre percebe algo muitíssimo curioso. Erwin olha para um dos gatos da família e percebe que eles está olhando assustado com o pelo arrepiado como se visse algo entrando pela janela.
Então em certo momento Erwin começa a ter convulsões e sua mulher também.  Isso foi tudo, todos os sintomas sumiram abruptamente. Segundo depois o casal se abraça e olha pela janela o disco que se move lentamente e logo em seguida se afasta sumindo de vista.
O casal se preparava para dormir quando de repente, volta todo o terror. Volta o zunido e o mesmo fenômeno ocorre no lado de fora porém dessa vez na outra janela da casa. O casal se olha preparando-se para uma possível paralisia quando depois de alguns segundos, o objeto que avistavam pela janela se aproxima e quase instantaneamente se apresentava diante deles, cara a cara com todo o seu esplendor.
Puderam ver claramente um disco brilhante com 10m de diâmetro e 2m de altura, possuindo uma cúpula superior e embaixo como se fossem algumas aberturas e uma luz central. De repente o objeto que estava diante deles siplesmente desaparece.
O casal vai para a cama tentar dormir e na manhã seguinte chama um especialista local para contar o acontecido, contacta a polícia para registrar o fato. Erwin descreveu para os investigadores o que chamou de “falsa tranquilidade” que um termo que define muitas situações vividas por pessoas que já tiveram encontros desse nível.
No dia seguinte, próximo às 16:00 hs, Erwin estava com sua filha e sua mulher estava em outro cômodo da casa, quando de repente, todas as televisões da casa começam a falar e disparar faíscas e emitir sons crepitantes como se fossem biológicos, emitidos por alguma criatura que estava presente, porém eles não conseguiam ver.
Era muito assustador que eles estivessem sentindo uma presença que não podiam ver, assim como no dia anterior.
De repente começaram a ouvir golpes subsequêntes que vinham de dentro do armário e quando abriam as portas do mesmo, não havia nada, quando fechavam as portas, os golpes retornavam. E assim foi por durante 8 (oito) semanas, do mais puro transtorno, com fenômenos e barulhos inexplicáveis.
Neste período, depois do ocorrido, Erwin Lohre sentia um peso nas costas, como se algo estivesse lhe machucando a espinha. Duas semanas depois, Erwin percebe em sua nádega direita duas marcas vermelhas simétricas, estando a 2cm de distância uma da outra.
Erwin vai ao médico que afirma existir 2 postos negros sob a pele e que iria o submeter a uma tomografia.
Enquanto Erwin esperava pelos resultados, em uma noite, enquanto dormia de bruços, pode perceber que algo estava ocorrendo no local de suas feridas, Estão sente duas gotas negras escorrerem pelas suas marcas, e relata o líquido como sento algo parecido com mercúrio. Erwin levou um pano até a região afetada para enxugar o sangue e percebeu dois buracos, um em cada marca.
No dia seguinte, Erwin procurou o médico e constatou que suas marcas haviam desaparecido, evaporado do nada.
O médico espantado, sugeriu ao casal que se submetese a uma regressão hipnótica, no entanto, o casal recusou alegando que jamais gostaria de sentir novamente o que haviam sentido e tamppouco conviver com lembranças que poderiam lhes acompanhar pelo resto da vida.
Algo realmente raro de se encontrar entre vítimas de encontros ufológicos deste nível. Todas as sensações, o barulho de turbina, a paralizia, a “falsa tranquilidade” e principalmente, a percepção de que algo realmente estava presente entre eles mas que seus olhos não podiam ver, porém, seu gato claramente era capaz de enchergar, uma vez que os gatos possuem uma visão maior do espectro de luz. No mais o casal seguiu com sua vida normal e nunca mais foi atormentada.
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O que o gato estava vendo afinal?? Essa é uma história apaixonante pois relata algo único entre a ufoligia mundial.
E vocÊ, caro leitor? Já passou por alguma situação estranha envolvendo seu gato?? Compartilhe conosco nos comentários a sua experiência!

fonte: http://www.outromundo.net/
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Caso Carmelo Papotto, observou, curioso, alguma coisa descer do céu silenciosamente.

Alerta OVNI Caso Carmelo Papotto
O dia 25 de outubro de 1954 marca um dia bastante agitado para o colono Carmelo Papotto. Nesse dia, Papotto estava realizando uma inspeção habitual entre os vigiais de uma empresa agrícola italiana localizada em Tripoli. Estava se aproximando de uma escada metálica em uma área recentemente lavrada quando observou, curioso, alguma coisa descer do céu silenciosamente.
Segundo seu depoimento, o objeto tinha forma de um automóvel com seis rodas e era dotado de uma cauda muito semelhante a um leme. Seu comprimento era de aproximadamente cinco metros e sua largura de três metros. A parte inferior do artefato parecia ser metálico brilhante, e a parte superior era feita de alguma tipo de material transparente. Papotto relata, ainda, que o objeto tinha dois faróis laterais e uma pequena escada exterior no centro. Também observou duas hastes semelhantes a antenas de rádio, uma na frente do objeto e outra atrás. Pôde acrescentar em seu relato, a existência de dois tubos parecidos com canos de metralhadoras que estavam na parte superior da estranha nave.
Espantado com o que vira, Papotto se aproximou um pouco e notou que do objeto saíam fachos de luzes muito brancas que chegavam a iluminar até quatro metros de distância. Subitamente, a testemunha paralisou-se perplexa quando viu no interior do artefato seis figuras que se movimentavam lentamente. Tinham vestimentas amarelas e seus rostos eram totalmente cobertos. Um deles, que, segundo Papotto, tinha um aspecto humano, descobriu-se a fim de respirar por um cano.
Carmelo Papotto, alimentado por uma imensa curiosidade, tentou se aproximar mais ainda do misterioso objeto. Entretanto, quando deu o primeiro passo subindo pela escada metálica onde se encontrava, sentiu uma forte descarga elétrica na mão que o fez recuar prontamente. Um dos pilotos daquela nave gesticulou em sua direção ordenando que ficasse parado. Outro estava atarefado com uma das rodas, retirando-a e colocando-a novamente.
Papotto, notando que todos os estranhos seres estavam muito ocupados, ainda pôde observar calmamente o interior do objeto. Tinha alguns assentos, algumas mesas de comando e um aparelho de rádio manipulado por um ser de boné dotado de fios elétricos.
Decorridos cerca de vinte minutos, não mais que isso, o aparelho, sem emitir qualquer tipo de som, foi subindo, na vertical, até uns cinqüenta metros. Depois, em altíssima velocidade, desapareceu na direção leste.
O relatório do pesquisador do caso sobre o local da aterrissagem revelou ainda mais detalhes intrigantes: marcas no solo de rodas de borracha com uma largura de dez centímetros e com faixa de rolamento de secção quadrangular. Estas marcas no solo moldavam quatro rodas anteriores, juntas aos pares, separadas por dez centímetros. Sobre o solo, especialmente sobre as partes em relevo, tinha-se traços azuis. A análise desta substância azulada foi feita, mas os resultados não foram trazidos à tona.
Papotto, em seu depoimento, diz que nunca teve em suas mãos quaisquer informações de cunho ufológico, por isso não sabia se era perigoso se aproximar daquele estranho artefato.
Os relatos de Papotto foram originalmente transcritos na edição 32 da CLYPEUS, da RAPORTO UFO ITALIANO e no GIORNALE DEL MATTINO e até agora nada se pôde concluir do caso.
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O Fantástico Caso Higgins, aparecimentos de objetos voadores de procedência desconhecida

Alerta OVNI O Fantástico Caso Higgins
Os fantásticos aparecimentos de objetos voadores de procedência desconhecida, que aumentaram ao longo de 1947, abriram portas às ondas sucessivas e aumentaram o interesse pela Ufologia. A dúvida sobre a real natureza daqueles objetos acelerou bruscamente os estudos sobre o tema. Alguns cientistas e praticamente todos os governos, perplexos, começaram a ocultar as provas. Projetos de acobertamento em massa foram aplicados principalmente nos Estados Unidos e Rússia. Especula-se que, atualmente, tais projetos estendem-se por diversas regiões do mundo.
A maioria dos casos relatados sofreram um intenso processo de arquivamento em departamentos secretos. Não foi diferente com o Caso Higgins, ocorrido a 23 de julho de 1947.
O topógrafo José Higgins estava reunido com vários operários em Bauru, interior de São Paulo, quando ouviu um silvo extremamente agudo. Passados alguns segundos viu um objeto de grandes proporções aterrizar bem próximo ao grupo. Seu diâmetro era de aproximadamente 45 metros, tinha um aspecto metálico, com coloração cinza esbranquiçada e se mantinha em terra sobre pés curvos igualmente metálicos.
Os colegas de Higgins aterrorizaram-se e logo trataram de ir embora, deixando-o completamente sozinho. Do artefato desceram três seres com cerca de dois metros e quinze centímetros de altura. Segundo depoimentos, vestiam roupas transparentes que lhe cobriam todo o corpo. Sob esta vestimenta, tinham trajes de cores vivas e intensas. Carregavam uma espécie de caixa metálica nas costas. Tinham um físico esbelto, entretanto suas pernas eram desproporcionais. Não tinham cabelos, a cabeça era volumosa, sem sobrancelhas e com grandes olhos amendoados.
Os estranhos seres tentaram colocar Higgins na nave. Não obtendo sucesso, lhe apontaram uma arma que se parecia com um tubo. Resistindo cada vez mais ao ataque, Higgins percebeu que as misteriosas criaturas eram sensíveis à luz solar, então, passou a se proteger sob o sol. Lançou pedras, esquivou-se por diversas vezes mostrando sua agilidade.
Os supostos alienígenas deram a entender que desistiram do seqüestro traçando no solo oito orifícios. Em uma linguagem atropelada, porém perfeitamente clara, um dos seres lhe disse que a figura central era “Alamo” e a sétima “Orque”, este último o local de onde vinham. Isto fez com que alguns pesquisadores pensassem que seu lugar de origem fosse o planeta Urano. Em seguida, os extraterrestres subiram na nave e partiram.
O pesquisador do caso, Gordon Greighton, analisando a aparência do objeto, comentou que este possuia bastante similaridade com o artefato visto na Ilha de Trindade, em janeiro de 1958. Em ambos, a nave era envolta por um anel em seu equador, a típica forma “Saturno”.
Outro relato que contém nave semelhante encontra-se no Caso Montequinto, ocorrido também no ano de 1947. O informante, um médico do Exército de Terra Espanhol, estava estudando num local conhecido por Barriada de Montequinto. Ouviu um ruído agudo observando em seguida um objeto esférico circundado por um anel. Tinha aparência metálica e girava no sentido anti-horário. Sem dúvida, uma descrição bem semelhante à de Higgins e à da Ilha de Trindade.
Seja o que foi que aconteceu naquele dia, o mistério perdura até os dias de hoje num dos casos de contato extraterrestre mais antigos da Ufologia Moderna brasileira.
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150 Casos envolvendo OVNIs Ufos

UFOLOGIA MISTERIOS OVNI UFO

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