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O que é Contatos de Primeiro grau? saiba!



O testemunho de Discos Voadores observados a longas distâncias representa o mais volumoso número de registos sobre possíveis objetos ufológicos. Em seus estudos, Hynek estimou mais 57% dos casos como desse tipo1, estando entre eles um grupo considerável dos verdadeiros relatórios sobre OVNIs.2

Serão considerados nessa categoria os testemunhos de objetos ufológicos onde não seja possível discernir com facilidade detalhes visuais na estrutura, além da forma geral e variações de cor ou luminosidade.

Essa classificação equivale aos CI-0 da CBPDV – abarcando também CI-2, quando os objetos são observados apenas à distância. Saiba mais sobre classificações de testemunhos ufológicos em Contatos Imediatos.

Nesse nível de contato, um indubitável objeto ufológico potencial apresentaria as seguinte características:
1. Movimento não retilíneo ou varições dramáticas de aceleração;

2. Deslocamento silencioso;

3. Luminosidade própria, não advinda de reflexos;

4. Condições climáticas regulares;

5. Duração considerável.

Muitos fenômenos podem ser confundidos com potenciais ocorrências ufológicas. Essas verificações descartariam a maior parte das possibilidades comuns. Todavia, a presença de todas elas – ou a ausência de alguma – não fornece um diagnóstico definitivo. Cada caso deve ser objeto de análise específica.
Na sequência, comentamos alguns dos principais fenômenos e aparelhos passíveis de confusão com objetos ufológicos.

AERONAVES



Aviões ou helicópteros podem, em certas circunstâncias,  serem confundidos com objetos anômalos. Uma observação mais cuidadosa, contudo, pode facilmente distingui-los. Parte dos elementos relevantes, o padrão de iluminação, decorre de normas estabelecidas internacionalmente. Veja mais detalhes no artigo Luzes na Aviação.
São característica desses aparelhos:

1. Corpo escuro que separa pontos luminosos;

2. Luzes de navegação: uma verde e outra vermelha, em lados opostos;

3. Luz anticolisão, vermelha, que pisca de forma intermitente;

4. Barulho audível, ainda que baixo;

No caso de aviões, eles também não param no ar nem revertem movimentos. É comum, no meio ufológico, que se relacionem certos avistamentos a projetos militares secretos. Mesmo tais aeronaves, contudo, tendem a possuir um conjunto de característica típicas, especialmente a emissão de ruído.3

AVES



É comum que aves sejam confundidas com objetos voadores anômalos, principalmente em imagens estáticas. Nesses casos, é importante ter cuidado, pois mesmo aves pequenas podem parecer OVNIs, ao serem registradas inesperadamente em fotos instantâneas. Aves grandes, como albatrozes, gansos ou pelicanos, podem ser confundidas em movimento, durante algum tempo.



Esses animais adotam uma técnica de voo baseada na planagem, onde movimentam pouco as asas, e sob certos ângulos podem se assemelhar a aparelhos ufológicos. Aves grandes geralmente voam em bandos, sendo identificadas pelas seguintes características:

1. Podem pairar grandes períodos sem bater as asas;

2. Deslocam-se lentamente, sem mudanças bruscas de aceleração, exceto para baixo (mergulho);

3. Quando em deslocamento, batem as asas a intervalos regulares;

4. Deslocamento silencioso ou seguido de grasnidos característicos;

5. Não possuem brilho próprio, nem cintilância ao refletir luz solar;

Veja um caso de confusão entre aves e OVNIs aqui. Houve suspeita de que os objetos avistados por Kenneth Arnold também fossem pelicanos, do que discordamos, conforme pode  ser avaliado em nossa análise.

BALÕES SONDA



Balões-sonda são equipamentos utilizado para colher dados meteorológicos ou químicos nas camadas mais altas da atmosfera.4 Eles são formados por um estrutura de borracha cheia de gás hélio, carregando um paraquedas acoplado a um conjunto de sensores destinados a medir a pressão, direção do vento, umidade e outras informações em diferentes altitudes.

No instante do lançamento, os balões-sonda têm um diâmetro relativamente pequeno. Na medida em que sobem, a pressão atmosférica diminui e o diâmetro do balão aumenta, até que a baixa pressão vigente termina por fazê-lo explodir, sendo os equipamentos reenviados para o solo por meio do paraquedas, onde são resgatados.

Esses equipamentos costumam ficar oscilando entre 15.000 e 20.000 metros de altura, durante aproximadamente cincou ou dez horas. Três características os fazem ser confundidos:

1. Movimentam-se de acordo com os ventos;

2. Refletem a luz solar, perdendo o brilho com o pôr do sol;

3. Podem permanecer praticamente estáticos durante muito tempo.

Para reconhecer um objeto como não sendo um balão-sonda, atente que eles possuem luminosidade apenas reflexiva, que geralmente não altera sua cor ou oscila de intensidade. Eles também não podem realizar guinadas ou mudanças súbitas de direção ou apresentar grandes acelerações.

FOGUETES SINALISADORES



Foguetes sinalizadores são artefatos pirotécnicos desenvolvidos para chamar a atenção, indicando locais em que é necessário socorro em casos de emergência. Ao contrário de fogos de artifício, que explodem, foguetes sinalizadores são projetados para se manter brilhantes durante períodos longos, possibilitando que se identifique seu local de lançamento.

Foguetes sinalizadores podem ser inicialmente confundidos com OVNIs, mas a confusão não costuma resistir a análises mais detalhadas. Eles possuem as seguintes características gerais:

1. Apresentam trajetória parabólica ou de queda;

2. Não fazem outras mudanças súbitas de direção ou aceleração;

3. A luminosidade duram aproximadamente 3 minutos;

4. Luminosidade incandescente, de qualquer cor, que se extingue ao final, quado se aproxima do solo;

5. Frequentemente, há fumaça visível;
Veja um possível caso de foguete sinalizador Aqui.

METEOROS



Meteoro é como se chama o fenômeno luminoso observado quando ocorre a passagem de um meteoróide pela atmosfera terrestre. Eles deixam um rastro em sua passagem, gerado pelo atrito do corpo com a atmosfera e, dependendo da sua velocidade e composição, podem apresentar muitas cores diferentes. Em alguns casos, também podem ser registrados sons. Um meteoro também podem ser chamado de estrela cadente.

As principais características que permitem diferenciar um meteoro de um OVNI são as que eles:

1. Não recuam, nem fazem mudanças súbitas de direção;

2. Não ficam parados (exceto que esteja vindo em direção à sua cabeça);

3. Deixam uma marca ao longo de sua trajetória;

meteoro “subindo”
Devido a uma ilusão ótica, é comum que observar Meteoros que Sobem. A aparição dos meteoros pode ocorrer de forma isolada ou em cojunto, formandochuvas. A maior parte é de pequenas dimensões, pulverizando-se e desaparecendo no processo de entrada. Corpos maiores podem chegar ao solo, formando meteoritos. Sobre coisas mais estranhas que parecem cair do céu, vejaPrecipitações.

NUVENS LENTICULARES



Em algumas circunstâncias, nuvens podem apresentar formações curiosas, chegando a ser confundíveis com possíveis discos voadores. Isso ocorre, especialmente, quando elas possuem formato elíptico e se encontram, ao cair da tarde ou nascer da manhã, numa altura diferente das outras formações atmosféricas próximas.

Apesar disso, contudo, elas continuam sendo nuvens. Isso significa que se movimentam ao sabor do vento, geralmente na horizontal, em sentido único e velocidade constante, com deformação plástica progressiva com o passar do tempo. Raramente a confusão entre uma nuvem e um OVNI sobrevive a uma observação demorada. É preciso, entretanto, ter cuidado com fotografias e testemunhos breves.

Saiba mais sobre nuvens lenticulares e outros fenômenos atmosféricos associados em Estudo das Nuvens.

RAIOS BOLA



Os raios-bola são hoje um dos fenômenos mais intrigantes da ciência. Há muito material e pesquisa sobre eles, mais nada que defina precisamente o que sejam ou como são formados. A linha geral é a de seriam um fenômeno natural e elétrico, cuja dinâmica é pouco – ou nada – conhecida.
Na verdade, há dificuldade até em estabelecer um comportamento padrão para eles, de modo que certos autores defendem até a existência de vários fenômenos distintos. Nesse âmbito, apesar de muitos afirmarem que raios-bola são confundidos com OVNIs, é possível que muitos ONVIs sejam confundidos com raios-bola.
Com base nas concepções mais aceitas, as características gerais esperadas para o fenômeno podem ser definidas da seguinte maneira:

1. Possuem estreita relação com tempestades e eventos eletromagnéticos;

2. São pequenos, com diâmetro de até um metro;

3. São breves, durando apenas poucos segundos;

4. Tendem a se aproximar do chão ou de estruturas.

Assim, fazem jus serem tratadas com cautela as ocorrência onde não haja clara influência de forte atividade eletromagnética, que durem muito tempo, envolva objetos de grandes proporções ou que se afastam do solo e de obstáculos.
Considerando as peculiaridades e relevância do fenômeno, temos uma seção que trata especificamente de Relâmpagos Globulares.

SATÉLITES



Não é comum visualizar satélites artificiais a olho nu, mas isso pode acontecer. Dependendo das condições de observação, um satélite pode aparentar desde uma pequena esfera fosca se deslocando pelo céu até uma grande elipse brilhante, como no exemplo acima, do Satélite de Comunicação Iridium.
1. Satélites se movimentam apenas em linha reta;

2. Sua velocidade aparente sempre se mantêm constante;

3. Apenas refletem a luz solar;

Para ser um satélite, é condição necessária que o objeto não altere o sentido ou direção de sua trajetória, não modifique sua velocidade, nem apresente padrões de cor e brilho que descaracterizem a reflexão da luz solar.

É possível conhecer a Rota e Posição Atual de Satélites Artificias no site N2YO.5



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O que é Contatos de Segundo Grau? saiba!

Contatos de Segundo Grau

Essa categoria abarca observações de Discos Voadores ocorridas à curtas distâncias. Ela é semelhante, mas difere da classificação de Contatos Imediatos
adotada pela CBPDV. 

O conceito de curta distância é reconhecidamente relativo, sendo geralmente assumido em observações ufológicas a necessidade média de uma aproximação igual ou menor a 150 metros.

Diferente dos Contatos de Primeiro Grau, nos Contatos de Segundo Grau costuma ser possível descrever o objeto como uma superfície e não apenas como um mero ponto. 

Esses testemunhos mais próximos muitas vezes reconhecem claramente o objeto observado como algum tipo de veículo, mecanismo ou máquina. Frequentemente é possível identificar detalhes na estrutura, como faróis, antenas, trens de pouso, portas ou janelas. Por vezes, também é possível perceber características como a emissão de sons, gases e modificações de temperatura.

Na prática, classificamos como um Contatos de Segundo Grau as observações ufológicas que preenchem pelo menos um dos seguintes requisitos: 

1) a distância do objeto para as testemunhas era igual ou inferior a 150 metros; 

2) foi possível perceber detalhes bem definidos na estrutura externa do objeto sem grande esforço.

Essa classificação equivale aos Contatos Imediatos de Primeiro Grau (CI-1) da CBPDV, abarcando também os seus Contatos Imediatos de Segundo Grau (CI-

2)quando os objetos observados estão próximos.

Fonte: Ufologia Objetiva
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O que é Contatos de Terceiro Grau? saiba!

Alerta ufo a verdade que tentam ocultar_thumb
Ocorrências onde se observam tripulantes estão entre as mais intrigantes envolvendo Discos Voadores. A ideia de criaturas inteligentes, de origem incerta e tecnologia avançada, transitando entre nós de forma relativamente regular é, de fato, perturbadora, sendo tenazmente rechaçada pelo Conhecimento Estabelecido. A semelhança de parte dessas criaturas com seres humanos também alimenta polêmica, uma vez que aumenta a dificuldade em explicar sua origem. Mas, é na diversidade no aspecto dos Alienígenas relatados que se encontra um dos maiores desafios do enigma ufológico.
Tradicionalmente, dentro da difundida crença de que os discos voadores têm origem espacial,1 o problema é “solucionado” afirmando-se que o Universo é grande o suficiente para abrigar uma diversidade infinita de criaturas. Não há como negar o fato. Mas é evidente que esse entendimento gera complicações, uma vez que, apesar da Probabilidade de vida inteligente fora da Terraser concreta, entendemos que ela esta longe de ser suficientemente trivial para comportar uma suposta Sociedade Intergaláctica.2 Para eventuais semelhanças com seres humanos costumam ser sugeridas especulações sobre hibridismo, manipulação genética, passado comum ou evolução convergente.
Avaliar essas ideias é um trabalho necessário. Antes, contudo, é preciso identificar os relatos com crédito. Muitos casos de observação de alienígenas, incluindo os “clássicos”, não podem ser devidamente assegurados como verdadeiros. Organizar a diversidade de alienígenas relatados e analisar os casos em que eles aparecem é o objetivo dessa seção.
CLASSIFICAÇÃO
As informações que temos sobre seres alienígenas derivam de relatos que, formalmente, podem ou não serem verdadeiros. Assim, uma classificação efetiva para realização de estudos deve proporcionar um leque de opções capaz de abranger tanto descrições concretas quanto fantasiosas. É grande o número de sistemas que tentam agrupar essas possíveis entidades em categorias. Em nosso site, utilizaremos três sistemas que, em conjunto, consideramos capazes de atender nossas necessidades.
Nosso sistema primário é o desenvolvido pelos ufólogos Claudeir Covo e Paola Lucherini Covo. Ele é amplamente difundido no meio especializado brasileiro e define as entidades seis categorias ordenadas com base em sua freqüência estimada na casuística ufológica: Alfa, Beta, Gama, Delta, Ômega e Sigma. A generalização é o princípio básico do sistema, pressupondo-se a admissão de uma vasta variedade de formas em uma mesma categoria.3
Tipologia de Claudeir e Paola Covo (Ilustração. Fonte INFA)
TIPO ALFA – Mais conhecidos como “grays” (cinzas), são seres de pequenas estaturas, variando entre 1,00 a 1,40 metros de altura, os quais normalmente fazem as abduções de seres humanos. Tem cabeça grande, desproporcional ao corpo. Normalmente não tem nenhum pêlo no corpo. Os olhos, de um modo geral, são grandes e negros, sem pupilas aparentes. Aparecem em 67% dos casos.
TIPO BETA – São seres relativamente parecidos com os seres humanos, com alturas variando aproximadamente entre 1,60 a 2,00 metros. Em outras palavras, se colocarem terno e gravata, irão passar desapercebidos no meio da multidão. Aparecem em 19% dos casos.
TIPO GAMA – São seres gigantescos, com alturas acima de 2,00 metros, chegando em alguns casos até 4,00 metros. Aparecem em 8% dos casos.
TIPO DELTA – Normalmente são descritos como sendo seres peludos (animais) ou simplesmente robôs. Aparecem em 3% dos casos.
TIPO ÔMEGA – São seres não físicos, normalmente descritos como seres energéticos. Aparecem em 2% dos casos.
TIPO SIGMA – Em poucos casos de ocorrência de avistamento de seres têm sido relatados pequenos seres com aproximadamente 15 centímetros de altura, os quais podem ter sido confundidos com animais. Aparecem em 1% dos casos. Na realidade, essa porcentagem é bem menor que 1% e aqui foi simplesmente arredondada para número inteiro.
Em 2002, tivemos a oportunidade de questionar o professor Claudeir Covo sobre o método utilizado para formular a classificação. Fomos informados que ela teve base na experiência dos pesquisadores, não tendo sido aplicando um método formal para o seu desenvolvimento. Tenho claro, contudo, que o sistema é uma derivação direta do empregado por Henry Durrant em seu livro Primeiras Investigações sobre os Humanóides Extraterrestres. Quanto as características físicas dos seres, o autor estabelece:4
Tipo 1 – Fisicamente comparáveis a uma criança de estatura entre 90 cm e 1,35 m, com uma  grande cabeça desproporcionada. Os olhos são comumente grandes e encarquilhados, com cor variando do negro ou azul-marinho até o amarelo ou vermelho vivo. Conforme a observação, as orelhas se revelam praticamente inexistentes, o nariz pode ser semelhante ao humano ou uma simples fenda e aboca parece uma fenda com lábios ou um orifício estriado. Os maxilares são geralmente pouco evidentes, tendendo para um queijo pontiagudo. Os braços são longos e magros; mãos semelhantes às nossas; os ombros largos e o pescoço espesso ou inexistente.
Tipo 2 – Aspecto físico e rosto com formas inteiramente humanas. A fisionomia tente a oriental, com tez escura ou tisnada. Alguns relatos mencionam pele azulada ou esverdeada.
Tipo 3  – Corpo geralmente nu e peludo. Cabeça grande, em forma de abobora, com olhos amarelos ou alaranjados e braços longos terminados em garras. Em geral, são bípedes e em certos casos também quadrúpedes.
Tipo 4 – Tudo o que não figurar nos outros grupos, comportando toda espécies de extravagancias. Em geral, não há nenhum humanoide, mas formas ameboides e brilhantes.
Além de também aplicar explicitamente o critério de volume decrescente do número de relatos para ordenar as categorias,5 há uma evidente equivalência entre os Tipo 1, 2, 3 e 4 de Durrant e, respectivamente, os tipos Alfa, Beta, Delta e Ômega do casal Covo. Eles avançam ao acrescentarem os tipos Gama e Sigma, que formam categorias relevantes para análise. Entretanto, essas classificações fogem do método de abordagem, uma vez que não definem uma morfologia específica, diferenciando-se apenas pelas dimensões. Criaturas morfológica e fisionomicamente idênticas, por exemplo, podem ser classificadas como Alfa, Gama ou Sigma, apenas devido a sua estatura.
O sistema também fica menos abrangente ao restringir o tipo Ômega apenas aos seres “energéticos”, no lugar de aplicar um conceito mais amplo, como fez Durrant no seu Tipo 4. Tentando contornar parcialmente o problema, os Covo agregam, de forma genérica, “robôs” ao tipo Delta, rompendo a coesão do estereotipo, que passa a ser o mais heterogêneo entre aqueles com morfologia definida.
Dados esses fatores, a despeito de sua extrema utilidade, a Classificação Covo apresenta algumas dificuldades práticas na classificação, como para as “formas ameboides” mencionadas por Durrant na descrição de seu Tipo 4. Tendo em vista amenizar essas lacunas, vamos aplicar nosso segundo sistema de classificação, que também é uma extenção do sistema de Durrant. Por questões de coveniência, vamos adotar os nomes de referência da Classificação Covo, ou seja: Alfa, Beta, Delta e Ômega, no lugar de Tipo 1, Tipo 2, Tipo 3 e Tipo 4; destacamos, porém que os dois sistemas são independentes.
Nesse sistema, a classificação é baseada estritamente na APARÊNCIA FÍSICA das entidades. A filosofia do processo consiste em definir cada tipo como um “modelo” para onde convergem as aparências físicas. Na origem, todo fenótipo alienígena é “imponderável”, abrangendo uma gama virtualmente infinita de formas. Cada “modelo” é subdividido em três variações, sendo seu valor mais baixo quanto mais próxima do modelo for a aparência e mais alto quando mais próxima ela estiver do “imponderável”. A apresentação gráfica abaixo ajuda na compreensão do sistema, sendo que o ponto de interrogação central representa o “imponderável” e o nome dos tipos, a sua aparência básicas na de Durrant.
A aplicação da classificação versão é feita se observando um conjunto de critérios em cada tipo, estritamente na seguinte ordem: Ômega, Delta, Beta e Alfa. Assim, deve-se verificar se a criatura em questão preenche os requisitos das três variações de cada tipo, em ordem crescente, até ser encaixada numa delas. Ou seja, deve-se verificar se a criatura preenche os critérios para ser classificado como Ômega-1. Caso não os preencha, verifica-se para Ômega-2, Ômega-3, Delta-1, Delta-2, Delta-3, Beta-1, e assim sucessivamente, na ordem estabelecida.
Os critérios para cada categoria são apresentados a seguir. Antes, contudo, algumas definições importantes. Chamamos humanoide todo ser bípede com corpo ereto, cabeça e braços definidos, aparentando um ser humano. Não humanoides são criaturas que não aparentam seres humanos num julgamento imediato. Animais, em geral, com excessão de alguns macacos sem cauda, assim como muitas aberrações, são exemplos.
Chamamos metahumanoides seres bípedes que se assemelham a seres humanos, mas com alterações severas na estrutura óssea que não envolvam apenas redimensionamentos. De modo geral, essas criaturas apresentam um “arquétipo” humanoide, no qual são acrescentados ou retirados elementos morfológicos. Ciclopes e seres “humanos” com cauda ou asas são exemplos de metahumanoides. Polidactilia6 e sindactilia7  são casos relativamente comuns de metahumanoidismo, de modo que desconsideramos essas variações.
exemplos de Alfa-1, Alfa-2 e Alfa-3
Alienígenas tipo Alfa se caracterizam pela morfologia humanoide, mas com cabeça, tronco ou membros tendo proporções muito diferentes da média humana.
Alfa 1 – Humanoide biocular, com cabeça desproporcionalmente grande. Incluí o esteriótipo “gray”.
Alfa 2 – Humanoide biocular, com cabeça, membros ou pescoço desproporcionais.
Alfa 3 – Metahumanoide com desproporções severas no arquétipo humanoide.
exemplos de Beta-1, Beta-2 e Beta-3
Alienígenas tipo Beta se caracterizam pela morfologia humanoide; tendo proporções semelhantes às esperadas para a média humana.
Beta 1 – Humanoide biocular com aparência humana saudável. A corda pele não é uma variante que exclua desta categoria, incluindo cores aberrantes, como verde azul ou vermelho vivo. Marcas ou características que aparentem cicatrizes, queloides, maquiagem, tatuagem, intumescimento ou bory modification cultural moderado também são desconsideradas.
Beta 2 – Humanoide com proporções humanas normais.
Beta 3 – Metahumanoide com proporções humanas no arquétipo humanoide.
exemplos de Delta-1, Delta-2 e Delta-3
Alienígenas tipo Delta se caracterizam pela aparência grotesca ou bestial. Outra característica, não presente em todos os casos, são os chamados “Olhos de Dragão” – órbitas marcantes, brilhantes e quase hipnóticas, como o relexo de olhos felinos no escuro.8
Delta 1 – Humanoide, peludo.
Delta 2 – Humanoide ou metahumanoide com traços bestiais. Inclui antropozoomórficos, como homens-lagarto, homens-rã e mothman.
Delta 3 – Não humanoides ou metahumanoides bestiais. Inclui criaturas zoomórficas, como hellhounds e black cats. Também abrange insetoides não bípedes e outras aberrações.
exemplos de Ômega-1, Ômega-2 e Ômega-3
Alienígenas tipo Ômega constituem o conjunto mais bizarro do fenômeno, com cada variação tendo características próprias.
Ômega 1 – Luminosos. É preciso que o grau de luminosidade ou cintilância impossibilite a classificação em qualquer das outras categoria.
Ômega 2 – Robóticos. Qualquer ser que tenha a aparência evidente de uma criatura artifical ou mecânica. Ciborgues com aparência não mecânica ou apenas parcialmente mecânica são classificados na categoria apropriada.
Ômega 3 – Amorfos.
É importante reiterar que o fator de classificação é a aparência física e não a natureza dos seres. Em alguns casos, seres humanos que sofram de Obesidade Mórbida ou Síndrome de Proteus, por exemplo, poderiam ser classificados como Ômega-3. Crianças com macrocefalia grave9, seriam classificados como Alfa-1; enquanto Hipertricose Lanuginosa Congênita10 levaria seres humanos a serem classificados como Delta-1. Tendo como critério apenas a aparência, o sistema é transparente ao tamanho das criaturas. Em conjunto com a Classificação Covo, é possível um útil refinamento dos esteriótipos.
exemplos de Sigma, Alfa-1; Sigma, Beta-3; e Sigma, Ômega-2
exemplos de Gama, Beta-1; Gama, Alfa-3; e Gama, Delta-3
Veja esse novo sistema em ação no artigo Alienígenas em Star Trek: um exercício de classificação. A aplicação dele, em conjunto com a Classificação Covo, permite uma boa precisão na classificação “genérica” das criaturas. Ou seja, permite reuni-las em grandes grupos onde há interesses de análise comum. Entretanto, em vários momentos de estudo, é importante ter classificações “específicas”. Por exemplo, seres Beta-1 abrangem uma ampla variedade. Um conjunto de testemunhos em casos distintos onde esses seres apareçam usando o mesmo uniforme e equipamentos forma, sem dúvida, um caso interessante para destaque e estudo.
Para atender a esse interesse, aplicaremos nosso terceiro sistema de classificação, etabelecido pleo ufólogo brasileiro Jader Pereira. Ela divide os seres em “Tipos” e “Variações” que, com as devidas extensões, possibilitará uma especificação dos avistamentos até o nível de detalhamento necessário para segregar praticamente cada subgrupo de criaturas que tivermos interesse. Saiba mais sobre o sistema e sobre como vamos utiliza-lo no artigo Classificação de Jader Pereira.



Fonte: 
http://www.ufologiaobjetiva.com.br/contatos-de-terceiro-grau/
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O que é um Contatos de Quarto Grau? saiba!

Contatos de Quarto Grau

Testemunhas, por vezes, afirmam entrar em Discos Voadores. Os Contatos de Quarto Grau abrangem a efetivação ou tentativa de entrada, condução ou sequestro de pessoas e animais em discos voadores. Saiba mais sobre classificações de testemunhos ufológicos em Contatos Imediatos. Há três modalidades desse aspecto do fenômeno que justificam explicação mais detida.
ABDUÇÃO
A abdução consiste no rapto de seres humanos promovido por ocupantes de discos voadores. O fenômeno tornou-se amplamente conhecido pelo público depois das pesquisas realizadas por Budd Hopkins, divulgadas no livro, e depois filme, “Intruders”. As abduções podem ser pacíficas ou forçadas, ocorrendo com mais frequência em ambientes ermos, quando a vítima se encontra sozinha. O propósito das abduções ainda é desconhecido, mas especula-se que sejam realizadas objetivando pesquisas – inclusive genéticas.
Os abduzidos geralmente têm o período passado dentro da nave removido de sua memória através de um processo ainda não bem esclarecido e de eficiência parcial. Antes de qualquer tipo de sondagem ou prospecção psicológica, costumam apresentar apresentar duas  ou mais das seguintes características:1
Lapso Temporal – Uma lacuna na memória, onde a perda de determinado período de tempo não consegue ser explicada. Isso pode indicar um rapto, onde a testemunha foi induzida a esquecer a experiência. 
Memória Confusa – Vítimas muitas vezes lutam para compreender lembranças fragmentadas sobre luzes misteriosas, seres estranhos, procedimentos médicos invasivos e outros fenômenos correlatos.
Terror Irracional – Surtos de pânico inexplicáveis freqüentemente acometem os raptados quando se aproximam de um lugar específico, observam algum objeto aéreo, como helicópteros e balões ou se deparam com outras situações semelhantes ao trauma reprimido.
Podem reagir com ansiedade a filmes, revistas ou livros que tratem de OVNIs e encontros com alienígenas.
Distúrbios Noturnos – Raptados às vezes demoram a adormecer e têm sempre o sono leve. Muitos sonham com espaçonaves ou criaturas com olhos grandes demais e alguns acordam inexplicavelmente no mesmo horário, noite após noite.
Pela manhã sentem-se desorientados, tendo curtos acessos de tontura, entorpecimento, formigamento e paralisia.
Hemorragia – Ao acordar, algumas vítimas podem encontrar sangue na fronha do travesseiro ou na cama.
O efeito pode indicar algum processo de implantação ou remoção cirúrgica de aparelhos, ou algum tipo de procedimento invasivo na região do nariz ou ouvido.
Danos Físicos – Os raptados podem encontrar marcas enigmáticas no corpo, como alfinetadas, punções, arranhões, cortes em linha reta, pequenas depressões como crateras e hematomas.
Possivelmente decorrentes dos exames físicos a que foram submetidas.
Muitos pesquisadores apontam para o fato de que, depois da popularização do tema, o que os testemunhos dos abduzidos vem convergindo no decorrer do tempo. 

O fenômeno tem chamado a atenção do Conhecimento Estabelecido, que nega objetivamente a realidade dos relatos, sugerindo explicações na seara psicológica.

Estatísticas sobre pessoas que se declaram abduzidas podem ser consultadas em Estatísticas de Abdução (MAAR, 1997-2005).
ARREBATAMENTO
Pessoas e animais que entram em discos voadores, por consentimento próprio ou contra sua vontade, às vezes não voltam. Tentativas mal sucedidas de sequestrar pessoas ou animais conscientes também compõem essa categoria.

O arrebatamento voluntário tem um papel fundamental em algumas seitas de ufologia mística, consistido geralmente o ponto mais alto da pressuposta e desejada ascensão espiritual. 

Marion Keech e seus seguidores, estudados por Leon Festinguer na ocasião em que começou a ser elaborada a teoria da Dissonância Cognitiva, esperavam ser arrebatados por um disco voador com o advento do profetizado cataclisma diluviano.
CONTATADOS
Contatados são pessoas que afirmam realizar contato aberto com alienígenas. Esse contato pode ter sido único, múltiplo ou permanente. 

Contatados típicos relatam que lhes foram dadas mensagens de profunda sabedoria, tendo sido compelidos a compartilhar essas mensagens para o bem da humanidade. Eles geralmente descrevem suas experiências como benéficas, envolvendo alienígenas com aparência humana.

Como fenômeno cultural, contatados estão intimamente relacionados com o que classificamos de abordagem mística da ufologia.

2  A história é pródiga em material apresentado por contatados que não resistiu ao tempo, como a existência de planetas desconhecidos no sistema solar, a existência contemporânea de civilizações avançadas em Marte ou Vênus e mesmo profecias não realizadas para o fim do mundo.

Muitos contatados podem ser incluídos entre picaretas e oportunistas, que visam obter ganho material ou social. Todo o cuidado é pouco para tratar esse tipo de gente. A questão, contudo, não pode  ser sumariamente descartado numa análise objetiva, pois certas pessoas podem tentar racionalizar eventos traumáticos reais construindo fantasias.

Interagir subitamente com seres inteligentes fora da usual sociedade humana pode, sem dúvida, ser um evento traumático. 

Dependendo da personalidade do envolvido, fantasias messiânicas podem compor as tentativa de harmonizar uma experiência ufológica com o mundo familiar.

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OVNIs UFOs: COMANDANTE DA MARINHA REVELA DETALHES DE SEU CONTATO (VÍDEO)

COMANDANTE ENCONTRO OVNI UFO

 

Ouvir um testemunho oficial aposentado Navy Comandante sobre esse tempo ele testemunhou um ofício saindo do oceano e voando ao lado de seu avião.


Em 10 de fevereiro de 1951, o piloto e comandante da Marinha, Graham Bethune, estava voando com sua tripulação em uma missão de rotina da Islândia para a Terra Nova. Na última etapa do voo, ocorreu um incidente estranho e inexplicável, que marcaria o jovem comandante e seu esquadrão pelo resto de suas vidas.

Aproximadamente a 300 milhas de Newfoundland, os homens notaram um brilho misterioso na superfície da água. As luzes eram poderosas e espalhadas por uma área tão grande que os homens caíram sob a impressão de que estavam voando acima de uma grande cidade.

Na Conferência do Projeto de Divulgação de 2001 em Washington DC, CDR Bethune descreveu o evento:

"Quando nos aproximamos deste brilho, ele se transformou em um círculo monstruoso de luzes brancas na água. Em seguida, vimos um halo amarelo, pequeno, muito menor do que qualquer coisa que foi lançado de, cerca de quinze milhas de distância.

Quase instantaneamente, o OVNI acendeu sua altitude e forçou o Comandante Bethune a desengatar o piloto automático e trazer o nariz do avião para baixo, a fim de evitar uma colisão no meio do ar. O objeto então fez uma curva e se dirigiu para eles.

Bethune uso encontro
Desenho original da CDR Bethune do encontro USO

"Quando o OVNI se aproximou do meu avião e voou ao lado dele, pudemos ver a embarcação abobadada que tinha uma descarga corona".

Sem surpresa, vários instrumentos de bordo começaram a funcionar mal como resultado directo das intensas perturbações electromagnéticas causadas pela nave alienígena.

Todos os 31 passageiros, os membros da tripulação e um psiquiatra testemunharam o evento se desenrolam.

Após o desembarque, as testemunhas foram debriefed, interrogado e forçado a assinar formas de não-divulgação. Seus depoimentos foram respaldados por dados de radar de uma estação da Força Aérea em Goose Bay, Labrador. Esses dois fatores oferecem uma prova decisiva de que CDR Bethune e sua tripulação testemunharam um verdadeiro incidente UFO / USO.

Se o testemunho do Comandante Bethune não for suficiente para convencê-lo da realidade desse estranho fenômeno envolvendo o que supomos serem visitantes do outro mundo, o vídeo abaixo oferece uma ampla evidência na forma de admissões de altos funcionários:


FONTE:ufoholic

 

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