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Caso ufológico de 774 D.C. pode ter sido resolvido agora recentemente

Caso ufológico de 774 D.C.
De acordo com um antigo manuscrito inglês que narra a história dos anglo-saxões, um misterioso "crucifixo vermelho" apareceu nos "céus" da Grã-Bretanha, uma noite em 774 d.c.. agora , os astrônomos japoneses dizem que pode ter sido a explosão de supernova que espalhou inexplicáveis vestígios de carbono-14 em anéis pelo espaço naquele ano, na metade do mundo.

Jonathon Allen, um estudante graduado na Universidade da Califórnia, na cidade de Santa Cruz, fez a conexão esta semana depois de ouvir um podcast.

Ele ouviu uma equipe de cientistas japoneses discutindo novas pesquisas em que eles mediram um estranho aumento dos níveis de carbono-14 em anéis pelo espaço. Os cientistas pensavam que o pico deveria ter vindo de uma explosão de radiação impressionante de alta energia na atmosfera superior provocando um aumento da taxa de formação de carbono-14.

(O carbono-14, uma versão radioativa de um átomo de carbono com seis prótons e oito nêutrons, quando formam raios gama no espaço tiram da atmosfera átomos de seus nêutrons, que então colidem com o nitrogênio do isótopo-14 e causam-lhe a decadência radioativa do carbono-14).

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OVNI Ufos Luzes das montanhas e florestas

luzes nas montanhas
Mistério das luzes das montanhas e florestas são investigadas pela ciência, no final não chegam a nenhuma conclusão, tais luzes ainda são um mistério.
Ufos - Mistério das Luzes - National Geographic


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Alienígenas e lugares malditos

ALIENIGENAS DO PASSADO - ALIENÍGENAS E LUGARES MALDITOS

Alerta ovnis 04
Ao longo de milhares de anos, tem havido lugares em todo o mundo considerados perigosos para os seres humanos.
Em Black Mountains na Austrália, mitos locais falam de antigos deuses em forma de serpente, responsáveis pelo desaparecimento de excursionistas.
Nas florestas do Monte Fugi, no Japão, centenas de pessoas cometem suicídio todos os anos.
Mas qual seria a causa destes locais gerarem tanto mal? Poderiam ser a chave para uma conexão com outro mundo? Seriam uma evidência de que a atividade extraterrestre tenha atraído energias negativas para estas regiões da Terra?
Vejam este Video interessante:


CASOS UFOLOGICOS NO BRASIL E NO MUNDO
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Ufologia Religião e Astroarqueologia

Ufologia Religião e Astroarqueologia
O que aconteceria se interpretássemos certos fatos da Bíblia sob uma visão ufológica? O dilúvio, os anjos, os milagres ou as gloriosas visões dos profetas ganhariam um sentido desconcertante. Poucas pessoas tentam fazer uma leitura diferente da Bíblia, explorando o seu sentido de documentação
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Teoria - A origem alienígena de Cristo

Teoria - A origem alienígena de Cristo
Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco- voador, tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para
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O misterioso desaparecimento de Frederick Valentich apos relato de OVNI

Caso Frederick Valentich
"Existem milhares de relatos de avistamento de OVNI's em todo o mundo, inclusive feitos por militares e pilotos de aviões, os quais já descreveram que suas aeronaves foram acompanhadas por estranhos Objetos Voadores Não Identificados (OVNI's)".
O fantástico acontecimento descrito a seguir é sobre um desses casos!

O Piloto Frederick Valentich
Frederick Valentich foi um piloto Australiano que desapareceu em 21 de outubro de 1978.

Seu desaparecimento é cercado de polêmica, mistério e ceticismo.
A razão para isso é que o seu desaparecimento parece estar ligado a um objeto voador não identificado (OVNI) que Valentich próprio afirmou que estava voando sobre ele minutos antes do controle de rádio perder todo o contato com sua aeronave.

Frederick tinha vinte anos de idade na época.
Em 21 de outubro de 1978, às 18:19', Frederick Valentich deixou Melbourne, na Austrália para iniciar um vôo de treinamento de 125 milhas no sentido às ilhas King [Coordenadas GPS: Latitude / Longitude = 40°15'49.45"S, 144° 9'31.37"E].
Na noite do desaparecimento, Frederick Valentick estava em sua segunda noite de vôo solo, sendo que ele estava pilotando um monomotor Cessna 182L.


Cesna 182L, modelo utilizado por Frederick Valentich durante seu último e fatídico vôo.
Um pouco depois das 19:06', Frederick Valentich fez contato por rádio com os controladores de tráfego aéreo em Melbourne para saber se havia alguma outra aeronave conhecida voando na área.

A resposta de Melbourne foi não, uma resposta que foi confirmada novamente em comunicações que se seguiram.
Depois de receber a informação de que sua aeronave era a única na região onde estava sobrevoando, Valentich disse aos controladores em Melbourne que algo estava voando próximo ao seu avião.
Com essa informação, o controle indagou Frederick se aquele objeto que ele estava avistando era um avião, ele disse que não, uma declaração que ele repetiu várias vezes durante a conversação.
Ele descreveu o objeto como tendo pelo menos quatro luzes e uma luz verde e que tinha forma alongada (muitas fontes dizem que era uma forma de charuto, mas Frederick não fez tal afirmação.)
Em um ponto, Frederick Valentich disse que ele era incapaz de dizer o que era por causa da velocidade em que estava viajando.
No entanto, o objeto voador não identificado ficava fora da sua área de visão, e em seguida aproximava-se dele a partir de ângulos diferentes diversas vezes.
Através dessas manobras Frederick foi capaz de observar os detalhes do OVNI e fornecer as informações citadas acima, mas nada mais.


Manchete do "The Australian" comentando o misterioso desparecimento do piloto "Frederick Valentch".
Alguns momentos antes dos seu desaparecimento, Valentich reportou por rádio que o estranho objeto voador não identificado (OVNI) estava se movendo na mesma velocidade que o seu avião e que voava sobre ele.

Após essa transmissão, nenhum traço de Valentich ou de sua aeronave foram jamais encontrados.
Um pouco antes do último contato de Valentich, o encanador Roy Manifold armou com tripé com uma câmera em modo de captura de imagens em intervalos pré-programados de temspo (time-lapse) na margem da praia para fotografar o sol se pondo sobre a água. Quando suas fotos foram reveladas, aparentaram mostrar um objeto se movendo muito rápido, saindo das águas do oceano e indo para o céu.
Manifold disse que as fotos foram tiradas aproximadamente às 18:47', ou 20 minutos antes de Valentich ter reportado estar com dificuldades devido ao avistamento do OVNI que o acompanhava.
Momentos antes de um estranho ruído terminar a comunicação de Valentich, ele disse:
“Minhas intenções são ir para King Island.
Aquela aeronave estranha está voando sobre mim de novo (microfone aberto por dois segundos).
Está voando e não é uma aeronave.”
Essas foram suas últimas palavras. Depois disso nem Frederick Valentich e nem tão pouco sua aeronave jamais foram encontrados.


Imagem de Satélite (Google Earth) mostrando a possível rota utilizada por Frederick Valentich entre Melbourne e as Ilhas King, bem como o local aproximado do seu desaparecimento.
Gravação com a conversa entre o piloto e o centro de comando a seguir a conversa escrita:
A fita, após muita insistência da família do piloto desaparecido e da imprensa mundial, foi liberada com ligeiros cortes. Segue abaixo a transcrição traduzida da conversa entre Frederick Valentich e o controlador de vôo:
FREDERICK – Melbourne, aqui é Delta Sierra Juliete. Há algum tráfego abaixo de mim a 5 mil?
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, não há nenhum tráfego conhecido.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, parece ser uma grande aeronave abaixo de mim 5 mil.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, que tipo de aeronave é essa?
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, aqui. Eu não posso precisar. Apresenta 4 luzes. É como as luzes de pouso de uma enorme aeronave.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. A aeronave acaba de passar sobre mim a pelo menos mil pés.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". E é uma grande aeronave? Confirme.
FREDERICK – Desconheço devido à sua velocidade. Existe alguma aeronave da Força Aérea nas vizinhanças?
CONTROLE – Delta Sierra Juliete. Não há nenhum tráfego nas vizinhanças.
FREDERICK – Melbourne, está se aproximando agora, vindo do leste na minha direção.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – (microfone se abre por dois segundo e volta a se fechar em torno de seis a sete segundos) Delta Sierra Juliete, aqui. Me parece que a coisa está jogando algum tipo de jogo. Está voando duas ou três vezes a velocidade que eu não posso identificar.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Qual o seu nível atual?
FREDERICK – Meu nível atual é 4,5 mil; 4,5,0,0.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete. E você confirma que não pode identificar a aeronave?
FREDERICK – Afirmativo.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Aguarde.
FREDERICK – Melbourne, aqui Delta Sierra Juliete. Aquilo não é uma aeronave; aquilo está...(microfone se mantêm aberto por 2 segundos e fecha)
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, você pode descrever a aeronave?
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, aqui. Quando passa, parece ser enorme, comprido...(microfone aberto por mais 3 segundos)...não posso identificar mais que... aquilo é muito rápido...(microfone aberto por mais 3 segundos)...está bem na minha frente agora, Melbourne.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Me informe qual o tamanho que o objeto pode ter.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, Melbourne. Parece que está estacionário. O que eu estou fazendo bem agora é orbitar, e a coisa está orbitando sobre mim também; a coisa tem luzes verdes e algum tipo de superfície metálica, pois toda ela brilha por fora.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete aqui...(microfone aberto por 5 segundos)...a coisa simplesmente desapareceu.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Melbourne, vocês saberiam informar que tipo de aeronave é aquela? Seria uma nave militar?
CONTROLE – Delta Sierra Juliete. Confirme que a aeronave desapareceu.
FREDERICK – Repita por favor...
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, a aeronave ainda está aí com você?
FREDERICK – Delta Sierra Juliete. Está...oh...não...(microfone aberto mais 2 segundos). Está agora se aproximando, vindo de sudoeste.
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, aqui. O aparelho é muito estranho...agora eu o tenho a 23 ou 24...e a coisa está...
CONTROLE – Delta Sierra Juliete, "roger". Quais são as suas atitudes agora?
FREDERICK – Minha atitude agora é para a Ilha King, Melbourne... aguarde... a estranha aeronave está sobrevoando-me agora, bem acima, novamente... (microfone aberto por 2 segundos)... está acima de mim e não é uma aeronave...
CONTROLE – Delta Sierra Juliete.
FREDERICK – Delta Sierra Juliete, Melbourne... (fim das comunicações após 17 segundos de ruídos metálicos de origem desconhecida).
           Apesar dos esforços não se encontrou nenhum destroço sequer de uma possível queda – era como se o avião e o capitão simplesmente tivessem sido desintegrados em pleno vôo. Até hoje o incidente envolvendo Frederick Valentich não tem uma explicação racional e, pelo conteúdo de sua comunicação com a Torre de Controle, há grandes indícios que Valentich tenha encontrado um UFO durante seu vôo.
Fonte: Pesquisa NET
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NASA confirma Nibiru (Arq.X)

Nibiru - Decimo segundo Planeta

NASA CONFIRMA NIBIRU, SENDO QUE ESTE NAO EXISTIA!

NASA: confirma Nibiru/Elenin existe. ue? mas ele nao existia mesmo. como viria pra Terra?.
Fonte: YouTube
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NASA esta preparando ataque contra 3 naves espaciais (Hoax?)


De acordo com documentos recentemente divulgados pelos Wikileaks, os oficiais da NASA e de alto nível da União Europeia estão conscientes das três naves se aproximando da terra, e estão fazendo planos para combatê-los.

No entanto, essas 3 naves extraterrestres estão mesmo se aproximando de nós. O chamado grupo SETI (Busca por Inteligência Extraterrestre) anunciou através de seu perito John Malley, o seguinte:
"Três naves espaciais gigantes estão direcionadas para a Terra. A maior delas é de 200 quilômetros de largura. As outras duas são um pouco menores".

Tudo isso foi fornecido pelos Wikileaks, onde confirmaram-se que os avistamentos de OVNIs nos últimos três meses mostram que a invasão alienígena (prevista pela SETI) já começou.

Os especialistas do SETI afirmam que a invasão pode ser confirmada quando as naves estiverem visíveis em telescópios ópticos, logo quando se distanciarem de Marte e estiverem mais próximas da Terra.

Mas também esta vindo o tão temido planeta Nibiru, que a cada 3.600 anos completa sua orbita ao Sol. Sua maior aproximação será no final de 2012 e no começo de 2013, quando causara desequilíbrios em massa na Terra.

Um astro errante que muitas vezes já passou perto do nosso pequeno planeta, e deve ter sido o responsável por grandes catástrofes ocorridas no passado.

Seus habitantes eram chamados pelos antigos sumérios de deuses, pois vieram do céu e reinavam sobre os antigos povos.

Pois os deuses estão voltando!!! Não sabemos se são amigáveis ou se são hostis, se vão nos ajudar a progredir ou a nos destruírem, a unica coisa de que sabemos e de que temos que nos preparar para a sua chegada.
Que a sorte esteja conosco!!! CASOS UFOLOGICOS NO BRASIL E NO MUNDO
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A Física das Civilizações Extraterrestres, Quão avançadas elas poderiam ser?

A Física das Civilizações Extraterrestres, Quão avançadas elas poderiam ser
1ª. Parte
Em seus últimos anos, Carl Sagan fez, em uma ocasião a seguinte pergunta: “Que significa para uma civilização ter a idade de um milhão de anos? Nós obtivemos radiotelescópios e naves espaciais há apenas umas poucas décadas; nossa civilização técnica tem apenas umas poucas centenas de anos... Uma civilização avançada de milhões de anos está muito mais longe de nós do que nós estamos de um pequeno arbusto na forma de um símio”.

Ainda que qualquer conjectura sobre tais civilizações avançadas seja só uma especulação, penso que podemos usar as leis da Física para estabelecer os limites superiores e inferiores destas civilizações.
Em particular, agora que as leis no campo da Teoria Quântica, Relatividade Geral, Termodinâmica, etc., estão bastante bem estabelecidas, a Física pode impor amplos limites físicos os quais restringem os parâmetros destas civilizações.
Esta pergunta não vai mais além de uma frívola especulação. Dentro de pouco, a humanidade pode sofrer um choque existencial quando a atual lista de uma dezena de planetas extra-solares do tamanho de Júpiter cresça a centenas de planetas do tamanho da Terra, gêmeos quase idênticos de nosso lugar celeste.
Estamos iniciando o uso de uma nova classe de telescópio, O telescópio espacial de interferometria, o qual usa a interferência de os raios de luz para amplificar O poder de resolução de os telescópios.
Por exemplo, a Missão de Interferometria Espacial (Space Interferometry Mission o SIM) consta de múltiplos telescópios situados ao largo de uma estrutura de 10 metros. Com uma resolução sem precedentes aproximando-se do limite físico da óptica. O SIM é tão sensível que quase desafia a imaginação: orbitando a Terra, pode detectar o movimento de uma lanterna agitada por um astronauta em Marte!
O SIM, ademais, pavimentará o caminho para o Buscador de Planetas Terrestres (Terrestrial Planet Finder), que deverá identificar ainda mais planetas similares a Terra. Este poderá analisar as 1.000 estrelas mais brilhantes em um raio de 50 anos luz desde Terra e se centrará nos 50 a 100 sistemas planetários mais brilhantes.
Tudo isto estimulará um esforço ativo em determinar se algum deles pode albergar vida, talvez alguns com civilizações mais avançadas que a nossa.
Ainda que seja impossível predizer as características exatas de tais civilizações avançadas, podemos analisar seus limites usando as leis da Física. Não importa quantos milhões de anos nos separem deles, eles devem obedecer também às leis “de ferro” da Física, as quais estão já o bastante avançadas para explicar muito, desde as partículas subatômicas até a estrutura em enorme escala do Universo.

A Física das civilizações de Tipo I, II, e III
Em concreto, podemos classificar as civilizações por seu consumo de energia, usando os seguintes princípios:

1) As leis da termodinâmica: inclusive uma civilização avançada está limitada pelas leis da termodinâmica, especialmente pela Segunda Lei, e pode, portanto ser classificada pela energia de que dispõe.

2) As leis da matéria estável: a matéria bariônica (baseada em prótons e nêutrons) tende a reunir-se em três grandes agrupamentos: planetas, estrelas e galáxias. Isto está bem definido pelo produto da evolução galáctica e estrelar, fusão termonuclear, etc.

3) As leis da evolução planetária: qualquer civilização avançada deve incrementar seu consumo de energia mais rapidamente que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida (por exemplo, impactos de meteoritos, glaciações, supernovas, etc.). Se crescem mais lentamente, estão condenados à extinção. Isto marca O limite inferior para a taxa de crescimento de estas civilizações.

Em um artigo original publicado em 1964 no Journal of Soviet Astronomy, o astrofísico russo Nicolai Kardashev teorizou que as civilizações avançadas devem estar agrupadas de acordo com três tipos: Tipo I, II, e III, as quais chegaram a dominar as formas de energia planetária, estrelar e galáctica, respectivamente. Kardashev calculou que o consumo de energia destes três tipos de civilização estariam separados por um fator de muitos milhares de milhões. Porem, que tempo levará alcançar a situação de Tipo II e III?.

O astrônomo de Berkeley Don Goldsmith nos recorda que a Terra recebe ao redor de uma bilionésima parte da energia do Sol, e que os humanos utilizam só uma milionésima parte desta. De modo que consumimos ao redor de uma trilhonésima parte da energia total do Sol. Na atualidade, a produção energética total de nosso planeta é aproximadamente de 10 trilhões de ergs por segundo. Porém nosso crescimento energético aumenta de forma exponencial, e, portanto podemos calcular quanto nos levaria alcançar a situação de Tipo II ou III.

Goldsmith disse: “Veja quão longe chegamos no uso da energia uma vez que compreendemos como manipular, como obter combustíveis fósseis e como criar energia elétrica a partir da força da água, e assim sucessivamente; temos aumentado nosso uso de energia em uma quantidade extraordinária em apenas um par de séculos comparado com os milhares de milhões de anos de existência de nosso planeta... e da mesma forma poderia isto se aplicar a outras civilizações”.

O físico Freeman Dyson estima que, em um prazo não maior do que 200 anos, deveríamos alcançar plenamente a situação de Tipo I. Deste modo, crescendo a uma modesta taxa de 1% por ano, Kardashev estimou que levaríamos 3.200 anos para alcançar a situação de Tipo II, e 5.800 anos a situação de Tipo III.

Por exemplo, uma civilização de Tipo I é plenamente planetária, dominou a maioria de formas de energia de seu planeta. Sua produção de energia pode estar em ordem de milhares de milhões de vezes a produção atual de nosso planeta. Mark Twain disse uma vez: ”Todo mundo se queixa do clima, porém ninguém faz nada para mudá-lo“. Isto poderia mudar com uma civilização de Tipo I, a qual tenha suficiente energia para modificar o clima. Também teriam suficiente energia para alterar o rumo de terremotos, vulcões, e construir cidades nos oceanos.

Atualmente, nossa produção de energia nos qualifica para o estado de transição do Tipo 0 para a consolidação do Tipo I. Derivamos nossa energia não do aproveitamento de forças globais, mas da combustão de plantas mortas (por exemplo, petróleo e carbono). Porém, já podemos ver as sementes de uma civilização de Tipo I. Vemos o começo de uma linguagem planetária (Inglês), um sistema de comunicação planetário (Internet), uma economia planetária (a força da União Européia, por exemplo), e inclusive os começos de uma cultura planetária (meios de comunicação, TV, música rock, e cinema).

Por definição, uma civilização avançada deve crescer mais rápido que a freqüência de catástrofes que ameacem a vida. Como o impacto de um grande meteorito ou cometa tem lugar uma vez a cada poucos milhares de anos, uma civilização de Tipo I deve dominar a viagem espacial para desviar os escombros em um lapso de tempo que elimine o problema. As glaciações têm lugar em uma escala temporal de dezenas de milhares de anos: então civilização de Tipo I deve aprender a modificar o clima dentro deste marco temporal.
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Reportagem Russa sobre Nibiru (Vídeo)

O que é o Segundo Sol 02
Cada Sol está ligado a outro Sol, que é seu duplo (SEGUNDO SOL) ou seu triplo, e o duplo do nosso Sol chama-se Hercólubus, também chamado por nossos cientistas de Planeta X, Nêmesis, (alguns usam equivocadamente o termo Nibiru) é o gêmeo solar que volta no plano do eclíptico no qual giram os planetas.
Talvez essa confusão começou pelo fato que Nibiru estava em órbita de Hercólubus, e no passado, quando de sua aproximação com a Terra, também se aproximava Nibiru, onde existem registros de antigas civilizações (por exemplo Sumérios), sendo Zecharia Sitchin um dos maiores estudiosos dessa civilização que vive em Nibiru (os Annunakis).
Resumindo, Nibiru é uma embarcação metálica dos Annunakis de tamanho considerável (bem maior do que a Terra), que estava em órbita ao redor de Hercólubus, e que desde 2009 foi desviada de sua rota, "expulsa" do nosso sistema solar.
PORÉM HERCÓLUBUS VEM E ESTÁ CHEGANDO.
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