OVNI FILMADO EM PRAIA DA SICILIA ITALIA 2017

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Alerta OVNIs Ufos

Pelo menos na imaginação de muita gente, os objetos voadores não indentificados são naves de outros planetas. A ciéncia não leva isso a sério, mas algumas aparições nunca foram bem explicadas. Aquele que não conhece a verdade é simplesmente um ignorante, mas aquele que a conhece e diz que é mentira, este é um criminoso

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OVNIS UFOS Alerta Brasil, casos ocorridos no Brasil

 
A obra aborda, principalmente, relatos de arquivos, de aparições de Objetos Aéreos NãoIdentificados e contatos com tripulantes de OVNIs, de 1954 à 1979, incluindo casos pesquisados por minha equipe junto à SIFETE - Pesquisa Científica.

Em alguns relatos, a obra apresentaresultados de análises e pesquisas que atestam a veracidade das aparições.



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OVNIs Vistos pela força Aerea entre São paulo, São Jose dos Campos e Rio de Janeiro (Arquivo)




noite de 19 de maio 1986 
O conjunto de incidentes do tipo avistamento registrado em 19 de maio de 1986 é um dos mais conhecidos do repertório da ufologia brasileira, por ter sido observado e comentado oficialmente pelas Forças Armadas. 
Na ocasião, os avistamentos foram tantos que as autoridades da Aeronáutica chegaram a afirmar que o espaço aéreo brasileiro havia sido invadido por vinte e um objetos de origem desconhecida, os quais:
  • foram detectados pelos radares
  • foram acompanhados por aviões a jato
  • comprovadamente se movimentavam em altas velocidades e acelerações, passando de 250 a 1.500 km/h em fração de segundo, sem causar o estrondo característico,
  • mudavam de cor e de trajetória - “subiam, desciam, faziam curvas em ângulos retos (90°) em altíssimas velocidades, sem deixar rastros como as aeronaves convencionais, sumiam instantaneamente do radar e apareciam, aos olhos do observador, em outro lugar”, nas palavras de um dos sargentos encarregados do controle de tráfego aéreo naquela noite,
  • acompanharam o vôo de diversos aviões,
  • causaram a interrupção do tráfego aéreo em várias áreas,
  • saturaram os radares,
  • causaram interferências nos equipamentos de aeronaves civis e militares.
A seqüência oficial dos fatos - a partir da “Área 51 Brasileira” 
Nas horas finais da tarde, Douglas Avedikian, controlador de vôo do CINDACTA em Brasília, recebeu o comunicado de um avião Bandeirantes que questionava à Central de Controle do Trafego Aéreo se havia alguma outra aeronave voando em suas redondezas. A resposta foi negativa. Pouco depois, era ouvida a voz do piloto em pânico relatando que várias luzes passavam bem em sua frente. 
Logo em seguida, o piloto de um avião da Transbrasil que naquele momento sobrevoava a cidade de Araxá-MG, afirmou estar em contato visual com várias luzes. A partir desse momento, o Cindacta passou a receber vários telefonemas das torres de controle do interior paulista (incluindo Pirassununga, Ribeirão Preto e São José dos Campos). Não havia dúvidas e a FAB iniciou seus protocolos de prontidão especial. 
O primeiro contato oficialmente registrado naquele 19 de maio ocorreu visualmente no início da noite, a partir da torre de controle do aeroporto de São José dos Campos. A partir daí foi seguido o protocolo operacional normal no caso de avistamento de objetos não previstos pelo controle de tráfego aéreo, com solicitação de observação a partir de uma aeronave militar que já se encontrava em vôo na região - casualmente, levando a bordo o Coronel Ozires Silva, que pouco antes havia deixado a presidência da Embraer. O comandante da aeronave, Alcir Pereira da Silva, e o coronel Ozires confirmaram ver também objetos luminosos. Mais tarde, Ozires Silva declarou:
Quando nos aproximávamos de São José dos Campos, a bordo do avião Xingu PT-MBZ, Brasília pediu para observarmos alguns pontos que estavam sendo detectados pelo radar, e que não estavam registrados como vôos regulares dentro daquela área. Na altura de 600 metros, vimos pontos luminosos, de cor laranja-vermelhado, com brilho muito intenso. Tentamos nos aproximar das luzes, mas desistimos. As luzes apagavam e acendiam em lugares diferentes (10 a 15 segundos). Observamos variações muito rápidas de velocidade. 
As luzes tinham presenças reais, eram alvos primários no radar, alvos positivos, uma coisa concreta. Se não fosse detectado pelos radares, eu não teria falado nada. (…) Está registrado em fitas pelo radar.
De forma independente, mas simultânea, às 21:14 o controle de radar de São Paulo percebeu contatos não identificados no radar, e também seguiu o procedimento usual, informando ao CINDACTA de Brasília, que às 21:20 confirmou também estar captando os sinais no radar. 
Com a confirmação independente por 3 bases, sendo uma delas inclusive via contato visual, o protocolo exigia medidas imediatas, e o primeiro jato F-5E de prontidão, pilotado pelo tenente Kleber Caldas Marinho decola às 21:23 da Base Aérea de Santa Cruz-RJ, rumo a São José dos Campos. Às 22:45, o radar local da base aérea de Anápolis-GO detecta os sinais, e um Mirage (que havia sido ativado após as primeiras comunicações, na hora anterior) decola, pilotado pelo capitão Armindo Souza Viriato de Freitas, e seguido por outro F-5E pilotado pelo cap. Márcio Brisola Jordão. 
imageSomente às 23:15 o primeiro avistamento foi reportado pelas aeronaves de intercepção. O tenente Kleber identifica as “bolas de luz” e entra em protocolo de perseguição, ao mesmo tempo em que o segundo Mirage levanta vôo em Anápolis. Cinco minutos após o contato visual, o tenente Kleber identifica pela primeira vez a presença de seus contatos também no radar de bordo - que pode ser aferido posteriormente pela caixa preta, afastando assim as hipóteses posteriores de alucinações ou ilusões de ótica. Às 23:36, o terceiro Mirage decola de Anápolis. 
Seguiram-se as manobras descritas acima, que chegaram a envolver até 13 “pontos luminosos” simultâneos, às vezes em manobras evasivas e outras vezes perseguindo as aeronaves da FAB. Esta informação não constou dos relatos oficiais, mas foi confirmada posteriormente: em um momento em que o F-5E era seguido por treze “pontos”, o piloto fez um looping para ficar de frente com tais objetos, o que não foi possível pois os objetos também fizeram o looping com o avião. Comentou-se também que um dos objetos veio em alta velocidade e, de repente, fixou-se bem à frente do avião, em rota iminente de colisão, saindo em seguida, a toda velocidade, deixando o piloto totalmente apavorado. 
Tendo em vista o número de estados em que houve avistamentos e o número de pessoas envolvidas, uma situação rara ocorreu: o Brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, então Ministro da Aeronáutica, fez um pronunciamento público sobre o assunto:
Entre 20:00 horas (19/05) e 01:00 hora (20/05) pelo menos 21 objetos foram detectados pelos radares brasileiros. Saturaram os radares e interromperam o tráfego na área. Toda vez que os radares detectam objetos não-identificados os caças levantam vôo para identificação. Radar só detecta superfícies sólidas, objetos metálicos e nuvens (massas) pesadas. Não havia nuvens nem aeronaves convencionais na região. O céu estava limpo. Radar não tem ilusão de ótica. Só podemos dar explicações técnicas, e não as temos. Seria muito difícil para nós falarmos sobre a hipótese de que esses objetos seriam de origem extraterrestre. A hipótese de uma guerra eletrônica é muito remota, e não é o caso aqui no Brasil. É fantástico. Os sinais nos radares eram bem claros.
Em seguida o major aviador Ney Antônio Cerqueira (chefe do Centro de Operação da Defesa Aérea – CODA) declarou: “Não temos condições técnicas operacionais para explicar. O aparecimento desses objetos nas telas dos radares é inexplicável… As fitas com as comunicações entre pilotos e controladores das áreas de Brasília, São Paulo e Anápolis e os relatórios dos pilotos dos F-5E e dos Mirages serão estudados para posteriores conclusões.” 
Ainda assim, mesmo com pronunciamento do ministro e promessa de estudod aprofundados, a doutrina oficial exigiu a tradicional mudança de discurso, e já no dia seguinte o comandante do IV COMAR dizia à imprensa: “Pode ser que se explique por uma disfunção eletrônica dos radares, há muitos anos esses casos vêm sendo registrados.” E logo surgiram astrônomos e físicos com a desinformação oficial: meteoros, planetas, reflexos, etc. Os estudos posteriores jamais foram divulgados ao público. 
O que jamais veio a público: OVNIs no Brasil 
Ainda na madrugada de 20 de maio, os registros em videotape, as fitas originais dos radares de vôo e de solo, e as gravações de rádio das torres e aeronaves envolvidas foram recolhidas em uma sala colocada sob vigilância contínua na base de Anápolis. Uma equipe formada integralmente por militares da ativa (da aeronáutica e do exército) foi formada e recebeu ordens de deslocamento imediato. Como se tratavam essencialmente de oficiais engenheiros ou com formação tecnológica, muitos integrantes de equipes técnicas da EMBRAER e muitos alunos do ITA e do IME nas semanas seguintes receberam desculpas variadas sobre a ausência prolongada de seus instrutores e supervisores. 
 Um major aviador da aeronáutica, na época aluno do ITA e hoje membro do WMBI em São José dos Campos, recorda que nos primeiros dias as informações oficiais eram de que diversos instrutores estavam com as mais variadas doenças - de cálculo renal a infecção alimentar. Na segunda semana, todas as desculpas foram unificadas: “razões pessoais”. E alguns dias depois adotou-se o discurso de “missão classificada”. Os instrutores foram substituídos até o final das cadeiras, e só retornaram no ano seguinte. 
Naturalmente recolher os registros necessários para as análises não era suficiente para garantir o acobertamento, e durante todo o dia 21 de maio os CINDACTAs e demais centros de controle de tráfego copiaram suas fitas dos 2 dias anteriores, suprimindo das cópias os trechos “quentes”, e enviaram os originais também para Anápolis, a “área 51 brasileira”. Não era necessário alertar os pilotos civis para guardarem discrição sobre o que haviam presenciado, pois todos sabem das conseqüências pessoais e profissionais que se seguem a quem quebra o “código de silêncio” sobre estes assuntos; ainda assim, as direções de todas as companhias aéreas cujos pilotos haviam relatado contatos não identificados no dia anterior foram discretamente avisadas da importância de um comportamento mais discreto que o usual. 
O “debriefing” dos pilotos militares e pessoal de terra, bem como a análise das gravações, iniciou já no dia 20, com as técnicas usuais de entrevista individual, registro, comparação cruzada e nova entrevista em grupos. As imagens e gravações não eram conclusivas, pois foram captadas por aparelhagem desenvolvida para registrar tráfego de aeronaves comuns. Ainda assim, já nas primeiras 2 semanas foi possível determinar de forma conclusiva alguns fatos, entre eles:
  • Pelo menos 21 objetos diferentes foram captados.
  • Eles se deslocaram comprovadamente sobre o espaço aéreo do Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais e São Paulo. Nenhum objeto foi detectado sobre o Distrito Federal.
  • O primeiro registro em radar ocorreu às 19:54, e não foi percebido pelos operadores do CINDACTA. O último registro ocorreu às 4:20 da madrugada do dia 20, sobre o oceano Atlântico no litoral paulista.
  • Foram detectadas anomalias magnéticas e sismográficas em todos os estados afetados.
  • Houve avistamento por civis em Terra registrados em todos os estados.
  • A velocidade máxima dos objetos não pôde ser medida. Comparando os depoimentos dos pilotos com os registros dos radares, percebeu-se que nos momentos em que os radares registram desaparecimento súbito do objeto, os pilotos relatam afastamento a velocidades extremamente altas.
  • Os objetos em alguns momentos voam em formação, e em outros voam de forma completamente independente. Foram identificados padrões de formação complexos, com alternância de posições entre os integrantes da “esquadrilha”.
  • Registros visuais e de radar confirmam manobras de alta velocidade impossíveis para aeronaves terrestres conhecidas. As manobras incluem inversão súbita de sentido (equivalente a uma mudança de 180 graus no sentido - como uma “marcha a ré” em pleno vôo), variações súbitas de 90 graus na direção e vôo estacionário.
  • Segundo o radar de solo, um dos objetos emparelhou com um dos Mirages durante mais de 4 minutos, à mesma altitude e distância lateral de menos de 50 metros. O piloto nada percebeu.
  • Ao término de suas atividades, 14 dos objetos se afastaram em formação de baixa velocidade sobre o oceano Atlântico, sendo acompanhados até o limite de 200 milhas por uma das aeronaves da FAB. Os demais pontos se uniram em um só, que passou a evoluir em padrão triangular sobre a chapada Diamantina por cerca de 10 minutos, desaparecendo subitamente do radar no momento em que foi dada a ordem para decolagem de um Mirage adicional para persegui-los.
  • Relatos sobre a conformação dos objetos são conflitantes, variando de formatos triangulares a discóides, completamente metálicos ou com janelas aparentes, e um dos pilotos declarou que o ponto perseguido por ele era imaterial, sendo constituído puramente de energia luminosa.
Os pilotos e pessoal de terra receberam cada um as instruções de quanto poderiam revelar e que detalhes deveriam ser confirmados “em off” de forma a não comprometer o acobertamento, gerando no público a informação de que se sabia muito menos do que realmente foi apurado. 
Subitamente, no início da terceira semana de junho, um grupo de “consultores” norte-americanos foi incorporado à equipe, e iniciou suas próprias atividades copiando todos os registros e refutando as conclusões já existentes naquele momento. O major aviador da FAB que comandava a equipe viu-se na situação de não poder dar ordens diretamente a um dos membros da equipe norte-americana - um dos “coronéis instantâneos” da CIA - e solicitou providências a seu comando. E as providências não tardaram: ele foi promovido e imediatamente transferido para uma função administrativa no Rio de Janeiro. Ao tentar contatos extra-oficiais com outros membros de sua equipe técnica em Anápolis nas semanas seguintes, descobriu que todos os oficiais integrantes haviam sido promovidos e transferidos, exceto no caso dos oficiais instrutores, que haviam sido promovidos e colocados em lotações temporárias em diversas bases aéreas separadas, até o início do próximo período letivo em suas lotações permanentes. Ou seja: a equipe foi desmantelada, e nenhum dos integrantes originais foi mantido em contato com os demais. Nada de incomum - de fato, procedimento padrão. E nosso recém-promovido Tenente-Coronel aviador da FAB sabia que não devia continuar fazendo perguntas. 
Anos depois, sua carreira o levou novamente a um posto em Anápolis, com acesso aos registros oficiais da base. Quando teve oportunidade, procurou pelos arquivos relativos a aquelas semanas de 1986. E o que ele encontrou? Registros do rancho, deslocamento de oficiais, sua própria transferência para o Rio de Janeiro logo após a chegada de um grupo de “oficiais visitantes” dos EUA, e nada mais. Como esperado, os registros desapareceram em pleno ar, e hoje devem residir em alguma área secreta no deserto de Nevada, junto com tantos outros. 
E como eu disponho de todas estas informações? Muito simples: aquele oficial logo depois foi afastado e removido compulsoriamente para a reserva da Aeronáutica sem chance de completar uma carreira sem nenhuma mácula, sem receber nenhuma explicação ou mesmo uma oportunidade de fazer perguntas. Logo em seguida passou a integrar os quadros do WMBI, lutando para que informações como estas não se percam. E hoje assina este artigo, compartilhando com todo o público as suas memórias sobre o maior evento ufológico registrado no Brasil.


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Nikola Tesla – O pai da eletricidade Moderna dizia ter contato com um ser Extraterrestre

TESLA
Tesla foi creditado como o criador de grande parte da tecnologia que temos hoje. Sem a genialidade de Tesla, não teríamos rádio, TV, AC eletricidade, bobina de Tesla, iluminação fluorescente, luzes de néon, os dispositivos controlados por rádio, robótica, raios-x, radar, microondas e dezenas de outras invenções surpreendentes.
Por causa disto, não é de estranhar que Tesla também investigados em todo o mundo de voo e, possivelmente, antigravitacional. Na verdade, sua última patente em 1928, foi para uma máquina voadora parecia tanto um helicóptero e um avião. Antes de sua morte, Tesla inventou, de acordo com relatos, os planos para o motor de uma nave espacial.
Ele chamou Drive Space ou movimentação campo anti-eletromagnética. Além disso, relatos dizem que Nikola afirmava manter contato com seres de outros Planetas, o que explicaria muitas das suas invenções além da época.  Além disso, máquinas de terremoto por frequência descoberta por Tesla explicaria projetos hoje conhecidos como H.A.A.R.P:


FONTE:
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Há 12.000 anos, Alegações de detonação de bomba atômica na Índia, chocante

12000 BOMBA ATOMICA NA INDIA
Textos hindus, datando de milhares de anos, parecem sugerir que algum tipo de armamento altamente avançado, assemelhando-se à uma bomba atômica, foi detonado na Terra, 12 mil anos atrás.
A teoria é baseada em trechos do Mahabharata e do Ramayana, épicos sânscritos que teriam sido escritos por volta do oitavo ou nono século A.C, sobre a Guerra Kurukshetra e a batalha entre Rama e o demônio Ravana, respectivamente.
O site Disclose.tv adicionou:
Poderia uma bomba atômica ter sido detonada na Terra há 12.000 anos?  Alguns dos trechos do Mahabharata sugerem a ocorrência de um conflito nuclear.
O site aponta para estes supostos trechos extraídos dos textos:
Um único projétil carregado com toda o poder do Universo… Uma coluna incandescente de fumaça e chama, tão brilhante quanto 10.000 sóis, se levantou em todo o seu esplendor… era uma arma desconhecida, um raio de ferro, uma gigantesca mensagem de morte que reduziu a cinzas uma raça inteira.
Os cadáveres estavam tão queimados que ficaram irreconhecíveis. Seus cabelos e unhas haviam caído, cerâmica quebrada sem causa aparente, e os pássaros ficaram brancos.
Após poucas horas, todos os alimentos ficaram infectados. Para escapar deste fogo, os soldados se jogaram no rio.
As alegações são as de que isso teria ocorrido na margem oriental do grande deserto Thar, próxima da cidade antiga de Jodhpur, uma área “onde a radioatividade era tão grande que os moradores tinham altos índices de câncer e defeitos de nascença” na década de 1990.
Sugere-se que próximo de lá, vários esqueletos foram desenterrados numa cidade antiga, a qual parecia ter morrido junto com suas ruas.
Em alguns relatos do historiador indiano, Kisari Mohan Ganguli, ele disse:
As escritas sagradas indianas estão repletas de tais descrições, as quais soam como uma explosão atômica, tal como ocorrida em Hiroshima e Nagasaki.
A teoria alega ter evidência de uma cratera criada por explosão nuclear – a Cratera Lonar próxima de Mumbai, que não pode ser explicada.
Teóricos da conspiração alegaram que viajantes do tempo ou alienígenas poderiam ser a explicação de como a tecnologia avançada desenvolvida no Século XX estaria disponível há 12.000 anos. O site Disclose.tv disse:
Como os que estavam no poder na Índia antiga na época desenvolveram armamentos nucleares é um mistério, embora, é claro, nenhum registro existe mostrando estes níveis de tecnologia para o desenvolvimento destes tipos de armamentos.
Mas, apesar de ter sido publicado em muitos sites, a história foi acusada de ter sido ‘notícia falsa’.
O site ‘desbancador’ chamado skeptoid.com investigou as alegações e não encontrou evidências desses trechos nas versões traduzidas dos textos. Ele também disse não ter encontrado evidência fora dos fóruns de conspiração sugerindo que a área de alta radiação tenha sido descoberta no deserto.
De acordo com o site, as imagens da cidade antiga e esqueletos usados nos artigos foram na verdade tiradas das cidades antigas de Mohenjo-Daro e Harappa, que estão a 500 quilômetros do suposto local.
O site skeptoid.com disse:
Se isto foi uma guerra nuclear, então foi praticada por toda a nação.
Mohenjo-Dara e Harappa, ambas estão a aproximadamente 500 km de Jodhpur, uma ao norte e a outra ao oeste. Nenhum desses lugares estão próximos um do outro.
Infelizmente para a lenda, não há nada remotamente como esta história em qualquer publicação arqueológica.
A informação arqueológica sobre as escavações de Mohenjo-Daro, Harappa, e outros sítios do Vale Indus estão amplamente disponíveis online e impressos, e simplesmente não há tais coisas como esqueletos radioativos ou esqueletos em grandes números segurando mãos ou esparramados.
Skeptoid.com disse que a Cratera Lonar está a 750 km do suposto sítio e foi datada como tendo 52.000 anos, o que é muito antes da suposta detonação de bomba na antiguidade. O site ainda disse:
Parece que todas as partes da história foram fabricadas.

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MISTÉRIOS INEXPLICÁVEIS

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