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Um caso incomum de perseguição e abdução reptiliana no Brasil

abdução reptiliana no Brasil
Teorias de conspiração sobre reptilianos, também chamados de sangue azul, ou reptilóides, são supostos seres humanóides com a aparência de inteligência reptiliana e sobrenatural. Eles habitariam nosso planeta por milênios, embora eles agissem furtivamente para serem detectados. O próximo caso, o Aeromar, é um dos mais impressionantes que pudemos conhecer.
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O caso Aeromar está na boca de muitos pesquisadores brasileiros há anos pelas curiosas peculiaridades relacionadas à visão de um humanóide de características especiais, digamos .... Graças às pesquisas dos pesquisadores Antonio Hunneus e Osni Schwartz, viajamos hoje na máquina do tempo até Victoria, capital do Espírito Santo, no Brasil. Estamos no início de 1980. Lá na praia, temos um homem chamado Aeromar em uma pequena barraca de bebidas, onde ele ganha a vida.
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Este homem havia testemunhado um encontro com OVNIs nos dias anteriores na mesma cidade, onde ele foi capaz de ver uma série de objetos lenticulares de uma posição muito próxima. Bem, havia aquele homem quando de repente três homens vestidos de terno e gravata apareceram. Estava quente demais para ir tão vestido e isso o surpreendeu. Ele pensou que eles eram policiais secretos e eles iriam colocá-lo em apuros, acusando-o de algum crime. Eles o repreendiam pelas luzes e faziam perguntas de todos os tipos. A impressão de Aeromar foi tão brutal que ele saiu do caminho por alguns dias e não apareceu em seu local de trabalho.
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Alguns dias depois, ele perdeu o medo e voltou a trabalhar em sua área. A normalidade de sua vida. A verdade é que aqueles homens de preto voltaram para ele. Eles o repreendiam. Eles falavam estranho. Eles vieram para segui-lo e persegui-lo. O bom e velho Aeromar não sabia o que fazer e ficou tão preocupado que partiu para o Rio de Janeiro fugindo do pesadelo improvisado que parecia persegui-lo desde que tivera o incidente das luzes. Lá ele também os viu. Eles estavam obcecados por ele. Porque eu? Ele se perguntou.
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Aeromar, em desespero, foi à polícia e apresentou uma queixa por assédio e fez isso com seu chefe na frente dele para registrá-lo na ata. A polícia não levou sua reivindicação muito a sério, mas os seguimentos continuaram. Foi exasperante. Ele decidiu novamente mudar de cidade antes da insistente pressão daqueles caras que não o deixaram em paz. Ele foi para São Paulo, onde moravam alguns parentes. Estamos no início dos anos 1980 e sua vida mudou radicalmente em apenas algumas semanas. Lá, na cidade de São Paulo, eles também estavam esperando por ele e, de fato, passaram para o próximo nível. Em um de seus episódios de assédio veio para colocá-lo em um carro e se mudou para um lugar onde ele relatou que eles estavam diante de um navio com um anel externo, cheio de luzes e flutuando no chão. Uma visão espetacular do Aeromar.
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Existem poucos casos em que esses seres sequestram diretamente um homem.
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E o episódio não termina aqui. Aeromar foi forçado a se colocar sob a luz daquele disco e depois do aparecimento de um raio azulado, ele subitamente se viu dentro daquele artefato. Medo e estupor Isso não poderia estar acontecendo. O horror esperava por ele. Lá no interior, o pobre Aeromar experimentou uma espécie de paralisia. Eles o sentaram em uma maca semelhante à dos dentistas e de lá ele viu com horror, o máximo de horror, aqueles homens, os três se tornaram outra coisa. Era como se tivessem mudado radicalmente sua aparência, sua pele, sua aparência e até sua fisionomia. Seus rostos eram os dos lagartos. Humanóides reptilianos, como relatamos em outros casos.
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Esses homens foram transformados em poucos segundos, de acordo com o testemunho da testemunha. Na experiência desconcertante, esses seres teriam transmitido algumas imagens e informações relacionadas ao planeta Terra. Pouco depois de sua tremenda visão, Aeromar apareceu de madrugada nas ruas de São Paulo sem saber o que havia acontecido ou como chegara. Para ele, 5 minutos se passaram. Mas, na realidade, várias horas se passaram.
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Com absoluto pânico, aquele bom homem retornou à sua casa, onde contou tudo o que havia acontecido com seu colega de quarto. A história ainda poderia piorar para o pobre Aeromar, porque, como ele disse aos dois investigadores, uma força invisível o jogou contra uma das paredes que abriam quase sua cabeça. Aeromar sabia que esses seres haviam lhe dado um aviso velado de que ele não poderia contar nada a ninguém. E garoto, parece que eles estavam falando sério. A história termina com um hipnoterapeuta profissional, Dr. Berezowsky, que graças ao jornal O Globo soube do caso e tentou entrar em contato com o lojista para uma regressão hipnótica quando seu caso já tinha sido tornada pública. Ele não conseguiu encontrá-lo porque a Aeromar desapareceu sem deixar vestígios.
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Esta crônica faz parte da história negra do fenômeno OVNI e tem ingredientes que vão desde o assédio de homens de preto, um metamorfismo e incidentes do tipo poltergeist na casa dos afetados. Alguns eventos incomuns para os quais hoje ninguém tem uma explicação. O que aconteceu com o Aeromar? Poderia ser possível que pelo menos parte do fenômeno dos homens de preto fossem seres infiltrados? Deixe seu comentário abaixo!
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Fonte 
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O CASO GONÇALO: ENCONTRO COM NAVE METÁLICA EM MINAS GERAIS

Naquele mundo havia um “sol azulado”, montanhas, casas bonitas, ruas com calçadas, chão de pedras, e era visível uma curiosa fiação aérea sobre o local.
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O dia 12 de novembro de 1986 marcou a descoberta de um importante caso ufológico brasileiro. Naquela data, na casa do doutor Max Berezovsky, dirigente da então Associação de Pesquisas Exológicas (APEX), hoje extinta, hipnotizei o senhor Gonçalo, com 47 anos e sangue A positivo. Uma semana depois o hipnotizei novamente.

Estavam na residência o próprio doutor Berezovsky e sua esposa, o professor de meteorologia da Universidade de São Paulo (USP), Rubens Junqueira Villela [Consultor da Revista UFO], e a jornalista Adelaide Reis. Gonçalo estava acompanhado de seu chefe, executivo de uma importante empresa multinacional, de quem era motorista. Nas duas ocasiões, como de costume, o doutor Berezovsky participou das hipnoses.
 
Em transe, Gonçalo contou que, em dezembro de 1958, quando tinha 19 anos, dirigia um caminhão Chevrolet, ano 1957, no qual tinha saído do Rio de Janeiro às 15h30 em direção à Barbacena (MG). Logo após passar por Santos Dumont (MG), entre 22h30 e 23h00, a estrada ficou repentinamente muito escura. 


E ao transpor por um viaduto, viu uma luz que voava em sua direção. O caminhão, carregando arroz, feijão, óleo, querosene e outras mercadorias, perdeu velocidade e Gonçalo o conduziu para o acostamento, no qual ainda rodou cerca de 50 m na esperança de prosseguir a viagem.
 
 Noite no acostamento
 
Imediatamente depois, e sem saber como, acordou embaixo do veículo. Já eram 05h00 do dia seguinte — jamais um motorista responsável como ele dormiria na beira de uma estrada sob um caminhão carregado, ainda mais por estar em uma ladeira e já próximo de seu destino. 


Seu caminhão e o de Barbosa, seu colega de estrada, passaram toda a noite no acostamento, mas felizmente não foram roubados. Quando abriu a porta, Gonçalo vomitou no estribo e ficou com um gosto ruim na boca, fato esse que se lembrou somente após a primeira hipnose, quando vomitou novamente com o mesmo sabor. Isso 28 anos depois. Essa é uma enorme curiosidade entre os estudiosos das possibilidades da hipnose regressiva.
 
Gonçalo descrever em transe ter entrado atordoado no caminhão e seguir viagem, chegando ao seu destino pela manhã seguinte, muito preocupado com o que seu patrão pudesse estar pensando quanto à demora. 


Contou a ele o avistamento da luz voadora em rota de colisão e tanto o patrão como seu filho disseram que quem ouvisse tal história iria achá-lo louco ou bêbado. Nos dias seguintes, Gonçalo continuou a sentir-se meio atordoado. Caracterizava-se ali a existência de uma amnésia de seis horas, ou mais. O famoso tempo perdido ou missing time.
 

As hipnoses de Gonçalo

 
Dei início à hipnose com o abduzido, que transcorreu com rapidez. Foram feitas gravações em vídeo e em fita cassete. Gonçalo falava muito baixo, quase inaudível. Em transe ele fez vários desenhos de grande simplicidade, apesar de ter sido usada a técnica de decalcar fotos imaginárias.


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http://www.ufo.com.br/artigos/o-caso-goncalo-encontro-com-nave-metalica-em-minas-gerais
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Brasil, cidadão de Irauçuba relata avistamentos de OVNIs e encontros com alienígenas

Um homem do estado brasileiro do Cear relata ser constantemente visitado por alienígenas em sua casa. 

A testemunha desses Encontros Próximos se chama Ocelio Silva e é oficial da cidade de Irauçuba - estado do Ceará (Brasil) - e vive experiências sobrenaturais há cerca de 2 anos. 

A testemunha relata assistindo esferas de luz se moverem de uma parte da casa para a outra e do lado de fora no jardim. Após essa experiência, Ocelio diz que até o vizinho tem medo de visitar essas esferas de luz e pediu sua ajuda.

A misteriosa esfera de luz fotografou com o telefone, que apareceu do lado de fora da casa do sr. Océlio

Conforme relatado pelo jornal T ribunadoceara , Ocelio diz que " o inquilino da casa do lado oposto veio até mim e disse que alguém estava invadindo sua casa ". Ele também relata que, na porta do vizinho, havia marcas de mãos e impressões digitais perto da parede.

A impressão misteriosa de uma mão extraterrestre que tem apenas 4 dedos. A marca apareceu na porta e na parede.

Para o ufólogo Agobar Peixoto, entrevistado por Tribunadoceara, ele diz que todas as evidências mostram a presença de extraterrestres, também porque a região é propícia a estudos sobre avistamentos de ET e OVNIs. 
A pessoa tem que fazer uma avaliação. Se você perceber que não havia nada perigoso, tente entrar em contato com alienígenas; caso contrário, se perceber que é mais agressivo, deverá recuar . "
Equipe editorial da Skyhead

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Operação Voar Placa-Amplitude Investigação UFO no Brasil, Recentemente Desclassificado pela Força Aérea


Durante os anos de 1977 e 1978, a Placa de Operação foi construída em torno de 2.000 páginas com observações feitas pela Força Aérea Brasileira, 500 fotos e 16 horas de material de vídeo relevante com vários discos voadores e testemunhos de testemunhas oculares desconcertantes.

Devido ao regime militar autoritário naquela época, este relatório difícil de acreditar transitou apenas através das mãos de altos funcionários militares, mas depois de décadas de silêncio também se tornou disponível para o público em geral.
Foi no outono de 1977, quando começaram a espalhar-se rumores sobre a residência de alguns assentamentos marginais na bacia amazônica, literalmente invadidos por estranhos dispositivos voadores com a capacidade de submergir.
Os OVNIs vistos sobre a região da Baía de Marajó tinham várias formas e tamanhos, variando de discos e cilindros a pirâmides, e um relatório posterior chegou a mencionar algo sobre uma nave-mãe de 300 pés de comprimento (quase 100 metros) em forma de barril.
Os dispositivos estranhos mostraram um comportamento agressivo em relação aos pescadores e logo se espalharam para o resto dos moradores. Ninguém foi poupado pelos atacantes que eram predominantemente ativos durante a noite. Os inquilinos foram, na maior parte, capturados fora de guarda por um feixe de luz viva que os paralisava, seguido por outro feixe avermelhado presumivelmente usado para coletar amostras de sangue.
A história de uma mulher aterrorizada aparece no relatório recentemente desclassificado. Uma moradora da  Baía do Sol lembrou que, em 18 de outubro de 1977, uma poderosa luz inundou seu quarto de repente, e ela pôde ver uma luz verde que estava escaneando seu rosto e sentiu o ar se aquecer ao redor dela. Antes de perceber o que estava acontecendo, a luz ficou vermelha e um ser peculiar, " como um homem, vestindo algo parecido com a roupa de um motorista" estava apontando algo como uma arma para ela. Estava fervendo quente quando tocou seu peito causando grande dor como se "houvesse agulhas perfurando" a pele dela.
Pinching marcas semelhantes a picadas de mosquito foram esculpidas na pele das vítimas, e assim os atacantes foram apelidados de " chupa-chupas " devido à sua natureza misteriosa, vampírica . Os ataques noturnos prosseguiram durante meses, e os moradores de todas as aldeias piscatórias próximas foram afetados. Relatórios de dispositivos submersíveis puxando as pessoas para dentro da água também começaram a surgir. Foi então quando os militares destacaram uma unidade especial da Força Aérea liderada pelo capitão Uyrangê Bolívar Soares Nogueira de Hollanda Lima  para analisar de perto este assunto.
Hollanda era cético no início, mas durante a noite os UFOs revelariam-se, permitindo que o esquadrão da força aérea fizesse exame de retratos e estabelecesse um relatório. As aparências incomuns eram mais reais do que o capitão tinha suspeitado, e logo o transformou de um naysayer em um crente. Ele então reconheceu a atividade extra-planetária que estava acontecendo naquele canto da Amazônia e enviou um relatório expressando suas crenças recém-adquiridas, juntamente com algumas provas concretas, ao comandante da base em Belém.
O resultado fez com que Hollanda se encarregasse da mais ampla operação de OVNI na história escrita, abrangendo dezenas de especialistas de campo e fotógrafos que invadiram as aldeias afetadas na bacia amazônica em busca de respostas adicionais. Mais de 300 moradores foram entrevistados e numerosos esboços representando discos voadores foram coletados.
A abundância de material reunido nos primeiros meses de 1978 ofereceu às militares brasileiras as respostas desejadas. Por causa da ditadura militar, a Operação Placa foi imediatamente classificada e estudada pelos oficiais militares nos anos seguintes. Numerosos pesquisadores foram nomeados para resolver este enigma complexo, mas as conclusões finais nunca foram divulgadas ao público, nem mesmo após o relatório oficial ter sido desclassificado em 2004.
No entanto, podemos especular sobre este assunto intrigante e reconhecer a sua autenticidade e importância. Como posso ter certeza de tais alegações? Bem, algumas décadas depois do caso "chupa-chupa", o capitão Hollande decidiu compartilhar algumas idéias de que ele não estava autorizado a falar até então.
Durante uma entrevista com o editor do Brazilian UFO Magazine, A. J. Gevaerd , ele revelou nunca antes ouvido histórias dessa missão secreta que ele tinha sido designado para levar no final dos anos 70. O insight fornecido foi realmente incompreensível, pois representava uma verdadeira invasão de OVNIs na costa oriental do Brasil. Infelizmente, a divulgação heróica de Hollande pesou demais mesmo para o regime democrático recentemente instituído, e assim o ex-oficial da Força Aérea teve de ser silenciado.
Três meses tinham passado, e ele foi encontrado morto, estrangulado com seu próprio cinto. O trágico e misterioso desaparecimento de Hollande desencorajou todos os outros que tentavam rastrear a Operação Placa. Foi então entendido que tal informação é destinada a ficar longe de todos os olhos de oração, e aqueles que tentam quebrar esse equilíbrio de repente se tornam propensos a uma série de possíveis desfechos desfavoráveis.
Graças à coragem mostrada por Hollande, estamos agora livres para ler sobre seus encontros durante a Placa de Operação 1977-1978 na bacia amazônica. Não se esqueça que este era um evento real . Isso prova que os governos têm conhecimento de visitantes e visitas extraterrestres há décadas, mas por alguma razão eles não nos dizem nada sobre isso.


A entrevista de Hollande traduzida do espanhol
UFO Magazine - Se você criou um relatório, então ele nos diz que já houve alguns progressos na investigação?
Hollanda - Sim, quando cheguei de Brasília já tinha agentes que foram enviados para investigar ocorrências de OVNIs, porque isso já estava acontecendo tantas vezes na área de Colares, que pertence à cidade de Vigia, no litoral do Pará.
O prefeito da cidade enviou um oficial ao comandante da COMAR para informá-lo que os UFOs estavam incomodando a pesca muito. Alguns deles não podiam mais exercer a atividade pesqueira, por causa dos objetos navegados sob seus barcos. Às vezes, alguns objetos até mergulhavam perto deles, nos rios e no mar. A população local passou a noite fora. As pessoas preparavam fogueiras e usavam foguetes para tentar afugentar os invasores. Foi pânico que fez o prefeito entrar em contato com o comando do COMAR, pedindo instruções, eo brigadeiro-general ordenou que eu fosse investigar os avistamentos.
Revista OVNI - Houve algum momento uma participação ou instrução de Brasília para que a situação seja investigada?
Hollanda - Na época, não participou das discussões. Havia apenas um capitão e ele recebeu apenas ordens. Eu não fazia parte deste processo e não sei com certeza quanto às decisões que foram tomadas. Mas, pelo pouco que eu sei, a decisão estava nas mãos do comando do COMAR. Se tivesse envolvimento de Brasília, não sei.
UFO Magazine - Como você organizou a Operação Plate? Quantas seções, quantas pessoas, quantas missões, etc? E você organizou todas as tarefas?
Hollanda – Well, we were a team. I was at the head of it. We had five agents, all sergeants, that worked in the second division of COMAR. Moreover, we had informers on location, people in the places where the lights appeared, on the field,that helped them. At the time I divided the team in two or three different positions in the country. Clearly, we were constantly in contact with one another, through radio.
UFO Magazine – What was the immediate objective of Operation Plate? To observe flying disks, to photograph them and to contact them?
Hollanda - Na verdade, eu queria testar essa coisa exatamente e completamente. Queria explicá-lo e esclarecê-lo. Porque todo mundo falava nas luzes e objetos e até os tinha apelidado de nomes populares, como "Chupa-chupa" (Ed .: "chupar-chupar" ou "absorver-absorver"). E, as Forças Aéreas Brasileiras precisavam saber o que realmente estava acontecendo, já que isso ocorreu no espaço aéreo brasileiro. A responsabilidade de inquirir era nossa. Mas no início da Operação Placa, o que eu exatamente queria era uma confirmação dos eventos que estavam acontecendo.
UFO Magazine - O que motivou a população local a chamar as luzes "Cupa-chupa?"
Hollanda - Havia uma série de histórias de pessoas que haviam sido tocadas por um raio de luz. Todos julgaram que o efeito do raio era sugar o sangue deles. E, na verdade, verificamos alguns casos e descobrimos que vários deles, principalmente mulheres, tinham marcas mais estranhas no seio esquerdo, e havia duas punções de agulha ao redor de uma mancha marrom. Parecia queima de iodo. E aquelas pessoas tinham seu sangue sugado, em pequena quantidade, por aquelas luzes.
Por isso eles começaram a apelidá-los de "Chupa-chupa". Era sempre a mesma coisa: uma luz surgia do nada e seguia alguém, geralmente uma mulher, que foi atingida no peito esquerdo. Às vezes eram homens atingidos, com marcas nos braços e (pemas). Para dizer a verdade, em dez casos havia mais ou menos oito mulheres e dois homens.
UFO Magazine - E você registrou e verificou as marcas nas pessoas?
Hollanda - Sim, tudo foi verificado e analisado por médicos, que foram conosco para os locais no momento. Sinceramente, eu entrei nisto como o advogado do diabo. O que eu queria era exatamente desmistificar essa história e dizer ao meu comandante que essa coisa não existia, que era uma alucinação coletiva. Descobri que algumas coisas estavam sendo vistas, mas que não eram extraterrestres.
UFO Magazine - O que você acha que foi, então, que estava sendo visto e atacado as pessoas?
Hollanda - Eu não sei. Talvez a plumagem de uma coruja que reflete a luz da lua ou alguma outra coisa deste tipo. Pensei que poderia ser extraterrestre, mas eu não pensava assim. I catalãs iam para verificar que esta coisa foi realmente acontecendo. Passei pelo menos dois meses para obter uma resposta para o meu comandante, quando voltei da missão, não descobri nada.
O primeiro dos dois meses da Operação Placa, eu não vi nada que pudesse mudar minha opinião. Em um ponto que passamos uma semana nas ervas daninhas e voltamos somente no domingo, nós vivemos um pouco como uma família. Em cada relatório, meu comandante perguntou:
"Você viu alguma coisa?" E minha resposta foi sempre: "Nós vimos luzes estranhas, pelo menos, mas nada extraterrestre". Na verdade, nós vimos luzes que nunca piscou, que passou em uma baixa altitude, mas nada muito estranho.
UFO Magazine - Isso foi durante a noite. O que aconteceu durante o dia? Houve outras atividades durante a Operação Placa?
Hollanda - Sim, nós tínhamos outras coisas para fazer, que faziam parte dos objetivos da operação. Fizemos entrevistas com pessoas que haviam tido experiências, preparamos os lugares para passar a noite e buscamos lugares "quentes" para relógios noturnos. Quando descobrimos que algo apareceu em tal lugar, nós (...). Fizemos um levantamento da situação, e sempre registramos os nomes das pessoas envolvidas em uma forma adequada.
UFO Magazine - Que procedimento ou metodologia foi usado para coletar informações?
Hollanda - Nós sempre registramos o nome da pessoa que teve a experiência, o local onde ela ocorreu, a data e hora etc. Fizemos uma descrição de cada fato que ocorreu na mesma localidade. Assim, se três casos em uma noite aconteceu, as pessoas ouviram três testemunhas. Algumas das descrições eram comuns, a outra tinha mais estranheza. Às vezes recebemos histórias de coisas que não conseguimos provar autênticas, como a desmaterialização de paredes inteiras ou telhados, por exemplo.
UFO Magazine - O que você quer dizer? Você tem algum exemplo para ilustrar este tipo de eventos?
Hollanda - Sim. A primeira senhora que entrevistei em Colares, por exemplo, me contou coisas absurdas. Chegamos pelo helicóptero de Belém só para ouvir uma mulher que tinha sido atacada pelo Chupa-Chupa. Nós realmente vimos que ela tinha uma marca no peito esquerdo. Era marrom, como se fosse uma queima, e tinha uma série de buracos na linha. Quando conversamos, disse-me que uma criança estava sentada em uma rede tentando colocar uma criança a dormir quando, de repente, o ambiente começou a mudar de temperatura. Achou bastante agradável, mas não podia imaginar o que aconteceria a seguir. Então, deitada na rede, viu que as telhas tinham começado a ser coloridas, em cor de carvão vivo. Depois disso, eles mudaram para ser transparente e ela podia ver o céu através do telhado. Era como se as telhas tivessem se transformado em vidro. Ela viu o céu e até mesmo as estrelas.
UFO Magazine - Foram histórias estranhas como esta muito comum durante a Operação Plate?
Hollanda - Muito comum, e me assustou muito, porque eu nunca tinha ouvido alguém falar sobre essas coisas. Quando eu ouvi falar de tais casos, eu estava preocupado e ainda mais curioso. Essas pessoas pareciam ser sinceras. Por exemplo, através do buraco que a mulher descreveu, viu uma luz verde brilhando no céu. A senhora estava meio dormindo, até que, depois disso, um raio vermelho que deixou o OVNI atingiu seu peito esquerdo. Era estranho que na maioria dos casos as pessoas fossem atingidas no lado esquerdo. Havia mais: exatamente no momento em que estávamos falando disto, uma menina veio até nós e disse:
"Olhe para a coisa que está passando acima." Quando eu saí de casa, eu vi a luz que a jovem estava apontando, voando a uma velocidade razoável, embora o céu estava suficientemente coberto. Não foi muito rápido e piscou como ele estava indo para o Norte. Parecia um satélite, exceto que esta luz voltou a sua rota - e os satélites não fazem isso!
Logo depois disso, havia algo ainda mais estranho. Mas eu não poderia exatamente dizer se era um navio extraterrestre. By the way, eu não estava lá para cobrir qualquer coisa que parecia ser um disco voador.
UFO Magazine - Você usou algum tipo de equipamento de radar que poderia confirmar ou seguir esses fenômenos?
Hollanda - Não. Todos os aeroportos têm radares fixos. Não carregamos nada deste tipo.
UFO Magazine - Foram os ataques que estavam acontecendo com certa freqüência comunicada ao Governo, às autoridades estaduais ou municipais?
Hollanda - Sim, claramente. Alguns médicos do Ministério da Saúde Pública do Pará foram enviados pelo governo para examinar o povo. Eles analisaram as peles queimadas e tomaram as declarações dos pacientes, mas eles não fizeram nada mais do que isso - nunca. Algumas vítimas se recuperaram facilmente. Outros estavam muito aterrorizados. Alguns foram náuseas, ou adormeceu por dias. Um cidadão, uma vez veio me procurar e disse que ao lado de sua casa havia aparecido uma luz que focaliza um raio brilhante em sua direção. Ele me disse que ele estava tão apavorado que ele correu para dentro de sua casa, pegou uma arma e apontou para a luz. Então raios mais fortes vieram e fizeram com que ele caísse. Os pobres passaram duas semanas com problemas de locomoção (Ed .: Porque ele caiu), mas não tiveram nada mais sério.
Ele não foi atingido por nada sólido, como um tiro, por exemplo. Parece que a natureza desta luz foi a de uma energia muito forte que deixou as pessoas paralisadas. Acredito que as autoridades federais foram informadas deste tipo de ataque a seres humanos que estavam acontecendo na região, mas não tenho conhecimento de nenhum teste. Só recebi ordens do meu comandante, nada mais.
UFO Magazine - Se essas deposições foram coletadas desde o início da Operação Placa, quando foram os primeiros encontros próximos com UFOS naquela região começar?
Hollanda - Foi suficientemente significativo. Certa noite, a nossa equipa procurou a Ilha do Mosqueiro, num local chamado Bahia do Sol (Editor: um conhecido balneário de Belém, perto de Colares), por isso tivemos informações de que estas coisas estavam a acontecer há. E como estávamos investigando todos e qualquer indicação de ocorrências ufológicas, nós nos instalamos no lugar. Nesse período, os agentes que tiveram mais tempo do que eu para dedicar a esta operação - desde "peguei o trem quando já estava começando" -, eles me questionaram o tempo todo, depois de verem algumas luzes, como se eu já estivesse Convencidos da existência do fenômeno. Como eu ainda estava indeciso, eles me disseram: "Mas capitão, você ainda não acredita?" Eu respondi que não estava, Que precisávamos de mais testes para acreditar que essas coisas eram discos voadores. Eu não tinha visto nenhum navio naquele tempo. Somente luz, muitas e variadas. Eu ainda não estava satisfeito.


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Brasil, Santa Catarina, moradores relatam avistamentos de Discos Voadores (OVNI)

Os céus do Estado de Santa Catarina não são diferentes do restante do Brasil no quesito avistamentos de Discos Voadores.  Na região abundam as histórias das mais diversas contadas por moradores. Desde simples avistamentos até abduções e “transfusão de sangue”.

Por isso, no mês de junho, o Portal Destinos-SC publicou uma matéria sobre o assunto. De acordo com a publicação, os recentes avistamentos de Discos Voadores estariam chamando a atenção de especialistas.

Várias luzes nos céus de Santa Catarina

Um dos casos mais recentes fala sobre a aparição de discos voadores nos céus de Santa Catarina foi em Nova Trento, cidade localizada a pouco mais de 70 km da Capital Florianópolis.

De acordo com o site, uma moradora afirma ter visto várias luzes no céu da cidade, além de uma nave extraterrestre sobrevoando uma área próxima ao cemitério local. A Polícia teria – inclusive –sido chamada para esclarecer o mistério do Objeto Voador Não Identificado (OVNI).

Em outro relato, uma testemunha de Itajaí, cidade localizada a quase 100 km da capital, conta que avistou um triângulo sobrevoando o mar da Praia Brava ao anoitecer.  O caso teria acontecido no último dia 4 de junho. O objeto teria luzes na parte inferior e se locomoveria a alta velocidade.

Novas descrições a cada mês

Por contas dos avistamentos o Grupo de Pesquisa Ufológica de Santa Catarina (GPU-SC), criado em 2013, vem acompanhando os fenômenos por meio de vigílias, fotografias, coletas de materiais e entrevistas com testemunhas.

Membros da agremiação destacam que a maior parte dos relatos são do litoral norte do Estado, onde haveria cerca de 80 novas descrições a cada mês.

Após a publicação da matéria vários internautas passaram a utilizar a caixa de comentários  do site para descrever experiências pessoais com OVNIs. O internauta André Ferreira é um deles.

Estrelas que se movem

No depoimento ele diz que em Balneário Camboriú, no Pontal Norte, quando o céu está sem nuvens, é possível avistar OVNIs todas as noites. Ele, inclusive, teria avistado a  mesma nave várias vezes na orla.
“Faz movimentos inteligentes e muito rápidos, aumenta e diminui suas luzes. Eu mesmo já vi várias estrelas se moverem e alguns amigos também”, diz.
Ele complementa dizendo que basta ficar algum tempo a observar o céu na região e todos poderão ver.

Outro leitor do site, de nome Gustavo Pereira Diniz, conta que já teve contato com OVNIs em três ocasiões: uma vez na Serra do Mar, em Angra dos Reis/RJ, e duas vezes dentro da própria casa, também em Angra.

Ele continua o relato dizendo que houve, inclusive, uma “transfusão de sangue” dentro do próprio quarto.
“Tenho minha esposa como testemunha. Gostaria que pessoas mais qualificadas pudessem me ajudar. Tenho 70 anos, saúde perfeita e nunca fui ao médico”, conta.
Por fim, a internauta Maria Valdete Leite afirma que também vivenciou encontros com seres extraterrestres.

Maria lembra que seu primeiro contato foi aos 5 anos de idade quando ela e a família teriam ficado bem perto de uma nave extraterrestre.

Em outras ocasiões – três no total – ela teria sido puxada para dentro das naves. Ela finaliza dizendo que eram sempre os mesmos seres .
“São muitas lembranças. Me sinto sem saber quem procurar. Queria saber os motivos disso”, questiona.
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Fonte: Vigilia
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Brasil, testemunha relata aparição de OVNI na cidade de Campinas

Um OVNI na cidade de Campinas?

O ano era 2001 e Airton e sua família haviam se mudado de casa há poucas semanas. A nova residência ficava em Campinas mesmo, a poucos quilômetros da anterior, mas como uma diferença: na frente havia uma pastagem que se perdia de vista.

O jovem explica que sempre teve o hábito de observar o céu, principalmente a noite. Seu objetivo era apenas contemplar as estrelas e o universo.

E nesta nova casa o “hobby” se tornara ainda mais prazeroso por conta da imensidão que se estendia diante dos olhos.

Airton lembra que numa dessas noites de observação o céu estava muito estrelado quando algo chamou sua atenção.

O OVNI era cromado e tinha luzes brancas
“Era época de Lua Nova e o céu estava claro, limpo e sem nuvens”, descreve. “Eu avistei um objeto redondo, oval e um pouco cumprido, com aproximadamente 10 metros de diâmetro e totalmente fechado, sem nenhuma janela”, conta.
“Esse objeto estava voando em baixa altitude, mais ou menos 18 metros de altura e sua velocidade era de aproximadamente de 15 km/h. Veio por cima da rodovia Anhanguera/Bandeirantes e passou devagar por trás de umas árvores altas, de aproximadamente 25 metros de altura”, continua.
O rapaz lembra que não viu janelas, mas pode ver que era cromado, por que as luzes das casas e dos postes da rua de um bairro próximo estavam refletindo nele. “Foi quando chamei minha família que estava na sala para ver também, porque pensei que estava louco”, continua.


Depois de pousar o OVNI decolou

O OVNI passou atrás das árvores e parecia procurar um local para pouso que tivesse terreno plano.
“Depois que encontrou o local ele parou no ar, numa altura aproximada de 12 metros, e foi baixando devagar. Em seguida saíram três “trens de pouso” no formato de V, luzes brancas piscavam de cima para baixo e tinha luz própria embaixo da nave”, ressalta.
Quando o objeto aterrissou um tipo de luz branca sólida saiu debaixo do objeto e ficou no chão por alguns minutos.
“Depois o objeto subiu devagar e a nave decolou numa velocidade absurda. Não tinha nenhuma luz vermelha, azul ou verde, somente luzes brancas”, descreve.
Airton afirma que avistamento os deixou momentaneamente em choque porque aquilo que ele e sua família viram claramente não era desse planeta.
“Eu sei o que eu vi e minha família sabe o que viu. Nunca tínhamos visto nada parecido com aquilo”, lembra.
Por conta de seu hábito de monitorar o céu o morador de Campinas afirma que depois desse avistamento chegou a ver outros OVNIs com características parecidas com a descrita acima, mas nenhum deles tão perto como o primeiro objeto.

Por crer que não estamos sozinhos no universo Airton afirma veementemente que aquilo que foi testemunhado por eles e seus familiares era uma nave extraterrestre.
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Fonte: https://www.vigilia.com.br/
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BRASIL, um OVNI sobrevoa a linha elétrica do Rio de Janeiro

As imagens que apresentamos a você mostram um objeto realmente estranho que sobrevoa algumas linhas de alta tensão no Rio de Janeiro. O objeto tem dez braços salientes e foi registrado com um smartphone de uma cidade local, testemunhando a incrível visão.


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O OVNI parece ter a forma de um floco de neve, com dez ou mais espinhos saindo para fora. "Eu nunca vi um OVNI nesta forma antes, mas eles estão disponíveis em todas as formas e tamanhos", comentou o ufólogo britânico Scott Waring. "Este objeto sobrevoa silenciosamente as linhas de energia enquanto verifica as informações que se deslocam alta voltagem. O OVNI não precisa de eletricidade, mas busca o conhecimento de nossas tecnologias ".

Muitos OVNIs ao longo dos anos foram vistos perto de linhas de energia fazendo pesquisas semelhantes e alguns ufologistas pensaram que os OVNIs de alguma forma recarregaram através de linhas de energia, mas, com o tempo, essas teorias acabaram sendo esquecidas. "Tenho certeza de que este não é um drone de controle remoto, porque é silencioso e os drones são muito barulhentos", disse o pesquisador de OVNIs Scott Waring.
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ABDUÇÃO: Capitão do exercito brasileiro curado por Aliens e a sua constante relação com os extraterrestres

Capitão do exercito brasileiro curado por Aliens
Os estudiosos, pesquisadores e entusiastas do meio ufológico, sabem bem o quanto são muitos os casos de avistamentos, contatos, comunicação e até mesmo históricos de cura das doenças terminais do corpo humano, que envolvem  formas de vida provenientes de outros mundos.
O caso que vamos abordar a seguir, é um dos mais incríveis porém negligenciados da ufologia brasileira e mundial. Esta é a história de um Capitão do exercito brasileiro, que hoje encontra-se na reserva, cuja as crenças, até então, sempre foram baseadas em doutrinas religiosas tradicionais e que teve a sua vida transformada após ser desenganado pela medicina humana e obter contato com seres de Outros Mundos.
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Protagonista real
Carlos Henrique é natural de Belo Horizonte – MG e é uma pessoa a qual teve e tem contato com civilizações de outros planetas. Capitão do Exército brasileiro, Carlos Henrique é também formado em Administração, Economia e Relações Exteriores. O que Carlos não imaginava é que suas relações exteriores ultrapassariam a atmosfera terrestre.C. Henrique ingressou na carreira militar muito cedo por livre e espontânea vontade e alcançou o posto de Capitão com louvor.
As más notícias
Porém em 2004 começou a apresentar sintomas que não lhe permitiam alimentar-se adequadamente. Ao procurar um médico e realizar os exames, teve a infelicidade de ser atingido e diagnosticado como sendo portador de um câncer em estado avançado que já afetava seu estômago, fígado e intestino delgado.
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Desenganado pelos médicos que não aconselhavam sequer a cirurgia para extração da área afetada em seu corpo pois estavam certos de que não resistiria a tal situação devido ao estágio avançado da doença, lhe foi aconselhado a aproveitar os últimos tempos de vida que lhe restavam, da melhor forma possível.
Momentos de reflexão
Após algum tempo, ciente de que sua vida supostamente estava chegando ao fim, C. Henrique resolveu, como uma forma de despedida, retornar ao local que tanto havia estado em sua carreira militar e que sempre sentiu-se bem, levando consigo seus medicamentos, sua pistola, um cantil de água, seu facão de combate e seus pensamentos. Este lugar se localizava mata adentro, a cerca de 5 horas de caminhada a partir de uma rodovia local.
Ao chegar no local depois de tanto caminhar mata adentro, C. Henrique chegou ao lugar onde costumava acampar e já começou a fazer o reconhecimento do local para montar ali o seu acampamento onde pretendia ficar por 10 dias caso sua doença permitisse.
A sombra do espanto
No local, enquanto fazia os seus preparativos, Carlos começou a pensar em sua vida e em tudo que fizera e passara até o momento. Preparando seu acampamento, sentado olhando para o chão, percebeu uma enorme sombra sobre sua cabeça, o que em primeiro momento, o capitão achou se tratar de uma nuvem.
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Ao passar do tempo, percebendo que a sombra não desaparecia, C. Henrique olhou para cima e viu uma enorme esfera prateada, que pensou se tratar de um balão mas depois percebeu que se tratava de algo diferente.
Mais do que de imediato, ao levar a mão até sua arma, sentiu seu corpo inteiro paralisado. O mesmo tipo de paralisia relatado na maioria dos casos de contato extraterrestre. Conseguindo movimentar apenas os olhos, Henrique viu aquela esfera baixar e se posicionar lentamente bem a sua frente.
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De repente, aquela esfera prateada que não tocava o solo e não apresentava nenhuma porta ou janela, girou sobre sí mesma e uma porta se formou como se o metal fosse líquido, e de dentro da esfera, C. Henrique viu dois seres saírem. Uma figura feminina e uma figura masculina.
O fim de suas crenças
Os dois seres saíram da esfera e se dirigiram até C. Henrique que continuava imobilizado. Mesmo sem conseguir reagir fisicamente, ele teve a certeza que aquilo que estava acontecendo era fruto de suas orações. Ao perceber os dois seres se aproximando e reparar que eles não tocavam o chão, Henrique simplesmente apagou.
Ao acordar, sem ter noção de quanto tempo esteve desfalecido e conseguindo apenas movimentar seus olhos, C. Henrique percebeu que os seres gigantescos continuavam a sua frente, sentados no chão e falando em um idioma totalmente desconhecido.
O ser de figura masculina levantou-se, tocou em sua cabeça com as mãos e naquele instante, Henrique pode compreender o que o ser dizia e também passou a conseguir falar, apesar de o restante do seu corpo permanecer paralisado. E por não ter o controle do corpo, Carlos lembra que havia urinado e defecado em sua roupa.
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Começando a entender
Ao recobrar a voz, C. Henrique questionou ao seres se eles seriam “Anjos” enviados por Jesus para que o salvassem de sua doença. Os dois seres se olharam, sorriram e responderam:
Não. Somos habitantes da constelação de Sírius B e nós temos observado e acompanhado você ha muito tempo. Não tenha medo, não iremos lhe machucar! Mas neste momento se inicia a sua jornada…. Nós iremos embora mas estamos te observando e brevemente haverá o segundo contato. Os seres entraram na esfera e sumiram no céu.
Ao perceber que estava de posse sobre seus movimentos outra vez, C. Henrique deixou tudo para traz e começou a voltar pelo caminho de onde veio. Após muitas horas, Carlos chegou na rodovia ao pé da mata e totalmente transtornado começou a vagar sem rumo pela estrada.
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De volta ao mundo real sem saber o que é real
A policia foi acionada e somente após os oficiais jogarem o carro em sua frente para quer pudesse obedecer as ordens de parar, antes ignoradas inconscientemente por C. Henrique. Ao ser abordado e revistado, os policiais encontraram sua arma e sua credencial de oficial do exercito.
Após ser encaminhado para um hospital próximo e ser identificado pelas autoridades, oficiais do exercito chegaram no local e quando questionado C. Henrique relatou sua história para um coronel amigo seu. O tal coronel, ouviu sua história e aconselhou Henrique a não falar sobre o assunto. Após exames, destinados a saber se Carlos Henrique estava sob o efeito de drogas, o resultado foi negativo.
Segundo Contato
Pouco tempo depois, Henrique recebeu a mensagem telepática que avisava sobre um próximo encontro. Em pouco tempo, ele recebeu a visita da mesma esfera que havia visto naquele dia na floresta. O objeto se aproximou de uma área de lazer no local onde Carlos estava e ele pode ver aquela esfera se abrindo e ouviu uma voz lhe convidando a adentrar no objeto.
Ao entrar na esfera, C. Henrique percebei que na parte de dentro do objeto, podia-se ver tudo ao redor em uma visão de 360°.
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A Lua e o planeta prisão
A esfera foi se afastando do solo, ele pode notar a cidade do alto, logo após o estado, o país, continente e planeta se afastando rapidamente. Sentiu a esfera se acoplar em uma outra estrutura maior onde pode observar diversos seres parecidos com seus anfitriões. Mais tarde C. Henrique teve conhecimento que aquele lugar era na verdade a nossa LUA!
Após ser convidado a deixar a esfera, e transitar pela estrutura lunar, pode ver diversas tipologias extraterrestres e também painéis enormes onde alguns deles mostravam em tempo real, situações e acontecimentos do planeta Terra.
Lá lhe foi dado as boas vindas e explicado que a lua é um elemento artificial, que observa o nosso planeta, o qual é chamado por ele de “planeta prisão”, onde nos encontramos aprisionados por um motivo que mais tarde lhe seria revelado.
Sírius
Depois de passar um tempo na base lunar, Henrique foi conduzido até uma outra embarcação a qual o levou para a constelação de Sírius B, mais precisamente em um paneta chamado GALAMIAK. Planeta esse, correspondente a “terra natal” dos seres que lhe contactaram naquele primeiro momento lá na mata.
Em Sírius muitos seres se faziam presentes e lhe deram as boas vindas, entre estes seres estava uma mulher, alta como as outras, com um cabelo muito branco, a pele muito branca e reluzente como raios de sol na lua negra. Em seu olhar viu um amor incondicional que ao olhar para ela sentiu o coração bateu mais forte e imediatamente sentiu uma emoção muito forte e lhe pôs a chorar. Esta mulher era uma princesa de Sírius chamada Agnashet, ela seria sua guia.
Figura que representa em 30% a princesa Agnashet, segundo Carlos Henrique.
“eu sei que pra muitos, como até aqui eu vi, pensam que isso não passa de um fruto da minha imaginação. Eu quero dizer que não é. O que quero compartilhar com todos, é simplesmente a minha experiência com estes seres que habitam a constelação de de Sírius em um planta chamado GALAMIAK.” – C. Henrique.
Estes seres então lhe puseram em uma situação extraordinária de cura. Segundo C. Henrique, um objeto semelhante a um camarão foi lhe introduzido no abdome sem qualquer cirurgia ou procedimento invasivo.
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Ao ser devolvido a seu apartamento, Carlos sentiu como se algo transitasse em seu tórax. Quase que instantaneamente sentiu uma fome gigantesca como a muito não sentia, devido a sua doença. Ele ligou para sua mãe lhe convidando para uma visita, e assim que sua mãe se fez presente, lhe pediu um prato especial pois se sentia faminto.
Um pouco contrariada com o pedido do filho, já que anteriormente tudo que consumia era vomitado pelo filho, sua mãe preparou a refeição sob a vontade do filho. A surpresa maior foi quando C. Henrique comeu tudo e não apresentava o menor sintoma da doença.
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Intrigada, sua mãe lhe questiona sobre como tal acontecimento seria possível?? Carlos então levanta sua blusa, exibindo o bizarro momento em que o tal objeto alienígena transitava em seu abdome deixando um rastro protuberante sobre a pele, o que fez a mãe de Carlos ficar abismada!
Após exames posteriores, solicitados e bancados pelo próprio Carlos Henrique, foi constatado que a doença que lhe mataria em algumas semanas, inexplicavelmente desapareceu, deixando médicos e especialistas a se questionar: “COMO ISSO É POSSÍVEL???? ”
Segue abaixo o relato completo e detalhado 
sobre o primeiro contato de C. Henrique:

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